(A tradicional Árvore de Natal do Pq Ibirapuera - SP tem 70 metros de altura, o equivalente a um prédio de 24 andares, cinco metros a mais do que em 2007, 31 metros de diâmetro e mais de 240 toneladas )
"Interpretada pelo ator João Signorelli, a peça convida a platéia a fazer uma longa e sensível reflexão sobre a liderança, a não-violência e introduz princípios ético-filosóficos nas relações humanas, falando sobre integração, cooperativismo e amor.
O espetáculo começa quando Gandhi anuncia o início de mais um jejum para despertar a consciência dos líderes do Ocidente e do Oriente para a paz mundial. O jejum que ele propõe é que os povos deixem de se alimentar com pensamentos desequilibrados, preconceitos e sentimentos sombrios. "Para Mahatma não havia diferença entre esse ou aquele: todos são seres humanos - e espirituais - buscando experiências terrenas para alcançar nova consciência e evoluir com mais rapidez", destacam os autores Bené Catanante e Miguel Ângelo Filiage, que também é o diretor do espetáculo.
O monólogo, que tem a produção de Mozart Primo, encerra evidenciando a trajetória de Gandhi como líder e sobre a importância da conduta única e de fé. Em 45 minutos de apresentação, Signorelli envolve a platéia, estabelecendo uma vibrante troca com o expectador. Ator profissional há mais de 20 anos, também jornalista e apresentador, já atuou em novelas, minisséries, cinema e teatro. Há mais de três anos interpreta Gandhi, com apresentações por todo o país."
Vários palhaços fizeram uma caminhada pela região central da cidade. Durante o evento, eles lembraram das vítimas da chuva em Santa Catarina.
Um grupo de palhaços paulistanos participou nesta quarta-feira (10/12/2008) da caminhadalhaço, uma ação artística e social para comemorar o Dia Internacional do Palhaço. No evento, realizado na região central de São Paulo, os profissionais fizeram encenações cômicas e leram a Declaração dos Direitos dos Palhaços Paulistanos. Durante a celebração, eles também chamaram a atenção do público para as vítimas da chuva em Santa Catarina (Foto: André Lessa/AE )
Palhaços celebram Dia Internacional com riso e crítica
09/12/2008 - GAZETA ON LINE
O Dia Internacional do Palhaço é tema de uma reportagem que o Caderno 2 preparou para esta quarta-feira (10). O repórter Rodrigo Rezende ouviu profissionais que se dedicam ao riso e até o idealizador da data, que conta que ela foi escolhida por causa do Dia Internacional dos Direitos Humanos. "Acreditamos que o palhaço é o retrato dos direitos do homem, por isso escolhemos a mesma data para comemorar", comenta Olney de Abreu, 56, diretor fundador do Abracadabra Eventos.
O texto mostra que, desde a Idade Média, é o palhaço quem trabalha com a árdua tarefa de provocar o riso. Também relembra figuras carismáticas que reuniam multidões nos circos, nas ruas e até mesmo em frente à TV e nas salas de cinema, como os famosos Atchim e Espirro, Carequinha e Charles Chaplin. Um dos palhaços ouvidos pela reportagem, Carlos Augusto Peixoto, o Shampinha, mostrou com exclusividade para a reportagem o processo de preparação, maquiagem e caracterização. Confira no vídeo abaixo: (LINK COM A MATÉRIA AQUI)
MARCOS CASUO (Palhaço - Cirque Du Soleil )...
" O MELHOR PRESENTE PRA QUALQUER SER HUMANO É A RISADA "
"...Vemos as lojas de todos os tipos abordoadas de produtos que visam a agradar ao público infantil. Até aí nada de se espantar numa sociedade consumista. O que queremos chamar a atenção é para a quantidade de brinquedos, jogos e até roupas de caráter bélico. Como pode numa sociedade onde a violência atinge cada vez mais patamares alarmantes, onde todos proclamam discursos inflamados a favor da paz, não repensarmos nossa cultura marcantemente bélica e beligerante?
Brincar de matar e morrer não é brincadeira. A brincadeira infantil é marco essencial do processo evolutivo. É onde a criança projeta e elabora suas questões inconscientes e projeta-se para a realidade. Podemos dizer que no ato de brincar a criança constrói uma ponte entre seu imaginário e a realidade e assim vai elaborando suas questões e construindo os limites, valores e símbolos sociais. O ato de brincar nos humaniza e nos socializa. O que dizer então de uma sociedade que ensina sem questionamentos a brincar de matar, guerrear, punir, salvar e condenar através de brinquedos e jogos bélicos? Paz e violência são construções culturais, ou seja, das referências que construímos e que orientam e canalizam nosso maneira de nos relacionarmos com os outros e com o mundo. Os brinquedos e as brincadeiras infantis são signos importantes e referenciais em qualquer cultura.
É obvio que a relação não é simplista ou se reduz a questão de causa e efeito. A violência não se presta a reducionismos. Mas o fato de culturalmente aceitarmos e incentivarmos os brinquedos e jogos bélicos, representa bem nosso antagonismo e incoerência diante desse tema. Nunca teremos paz se não educarmos para a paz e o brinquedo e as brincadeiras são elementos essenciais em qualquer processo educativo. Nunca teremos uma cultura balizada pelos valores da paz enquanto ensinarmos às nossas crianças desde a tenra idade a conviver com armas, mortes, violências de todos os tipos.
Diga não à cultura de violência, eduque para a paz. Não dê brinquedos nem jogos de guerra ou de qualquer outro tipo de violência. Dê brinquedos que incentivem a criatividade, a cooperação e o desenvolvimento da imaginação. Armas, nem de brinquedo!
Espectadores de 11 países europeus gostariam que as imagens violentas fossem banidas da televisão durante a quadra natalícia. Esta é a principal conclusão de um estudo encomendado pela UPC (United Pan-Europe Communication Broadband), a maior distribuidora de televisão por cabo da Europa, divulgado ontem pela agência Reuters. Para a pesquisa foram entrevistadas cinco mil pessoas. Dois terços destas opuseram-se à emissão de imagens de violência, cabendo aos húngaros e aos polacos a maioria das opiniões neste sentido. Os romenos e os suecos foram os que menos aderiram à proposta. Dos espectadores contactados, cerca de 60% disseram que durante o Natal as escolhas de programação vão recair sobre os filmes para toda a família, enquanto 12% pretendem assistir a programas desportivos.
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