desfile dos atletas durante a cerimônia de abertura das Paraolimpíadas
A Paraolimpíada de Pequim - ocorrida de 06 a 17 de setembro - entra para a história como aquela em que o Brasil obteve a sua melhor participação. O país superou Atenas em todos os aspectos. Foram 47 medalhas - 16 de ouro, 14 de prata e 17 de bronze. A cada quatro atletas participantes, um conquistou medalha, se levarmos em consideração o número total de participantes brasileiros: 188. Em sua melhor campanha nos jogos, o Brasil ficou em 9º lugar. A expectativa do país era ficar entre os dez melhores. O primeiro lugar no quadro ficou com os donos da casa, a China, que conquistou 211 medalhas. Em 2º, veio a Grã-Bretanha, com 102 medalhas. Em 3º, EUA, com 92.
Das dezessete modalidades disputadas pelo Brasil em Pequim, 8 foram ao pódio: natação, atletismo, futebol de cinco, judô, bocha, remo, equitação e tênis de mesa. Só o nadador Daniel Dias, de 20 anos, que pela primeira vez participa de uma Paraolimpíada, subiu ao pódio nove vezes para receber quatro medalhas de ouro, quatro de prata e uma de bronze. Daniel tem má formação congênita dos membros superiores e da perna direita.
Daniel Dias: 9 medalhas em Pequim
"Não imaginava que fosse conseguir todas essas medalhas. Só de ter participado de uma Paraolimpíada já foi a realização de um grande sonho. É importante que outras pessoas que desejam ser atletas e sonham em disputar uma Paraolimpíada não desistam desse sonho porque quando acreditamos somos capazes de realizar qualquer coisa", diz o maior medalhista dessa edição dos jogos paraolímpicos, que começou a praticar natação há quatro anos (leia mais sobre o perfil do atleta no link abaixo).
Assim como para Daniel, Pequim também foi a primeira Paraolimpíada do velocista cego Lucas Prado, 24 anos, que foi a grande estrela do atletismo nestes jogos. Otimismo e confiança são características marcantes em Lucas, que foi para a competição com a certeza de que as medalhas viriam. "Eu fui para Pequim com o objetivo de conquistar essas medalhas. Treinei muito para conseguir esse resultado", conta o atleta que conquistou três ouros nas três provas que disputou - 100m, 200m e 400m rasos- além de bater dois recordes mundiais.
Lucas prado: três provas, três ouros
No atletismo e na natação, além de Lucas e Daniel, outros atletas trouxeram medalhas. A velocista Terezinha Guilhermina, 30 anos, que disputa na categoria T11, para cego total, conquistou um ouro, nos 200m, uma prata, nos 100m e um bronze, nos 400m. "Conquistar essas medalhas foi a realização de tudo que sonhei e planejei", diz a atleta que começou a correr em 2000, depois que ganhou um tênis de presente de sua irmã. Pequim foi a segunda paraolimpíada de Terezinha. A primeira foi em Atenas, em 2004, na qual conquistou medalha de bronze nos 800m. (saiba mais sobre a atleta no link abaixo).
Ainda no atletismo o velocista Tito Sena, 41 anos, que tem encurtamento de membro superior na mão direita - disputa na classe T46 (para amputados) - subiu ao pódio para receber a medalha de prata que obteve na prova da maratona. Odair Ferreira, 27 anos, que disputa na categoria T12 (baixa visão), conquistou três medalhas de bronze, nos 800m, 5.000m e 10.000m. O atleta Yohansson Nascimento, 21 anos, classe T46, faturou um bronze, na prova dos 100m rasos e a saltadora e corredora Jerusa Santos, de 26 anos, classe T11, também conquistou uma medalha de igual valor nos 200m. Ádria Santos, velocista cega conquistou apenas uma medalha de bronze, nos 100m rasos em Pequim - diferentemente da Paraolimpíada de Atenas, na qual a atleta teve grande destaque ao conquistar uma medalha de ouro e duas de prata.
Os nadadores André Brasil e Phelipe Andrews
Na natação o carioca André Brasil, de 24 anos, que teve poliomielite aos três meses, o que lhe trouxe uma pequena seqüela na perna esquerda conquistou quatro medalhas de ouro, nos 50m, nos 100m, nos 400m livres e nos 50m borboleta. O atleta também conquistou uma medalha de prata nos 200m medley. "Nada na nossa vida é fácil. Fiquei pensando no que o meu ídolo Michael Phelps falou para o César Cielo na Olimpíada: sair na frente, virar na frente e bater na frente. Se eu fizer isso eu vou sempre estar em primeiro", disse o atleta quando conquistou a medalha de ouro e quebrou o recorde mundial da prova dos 100m borboleta com o tempo de 56s47, em Pequim.
No judô, os atletas não deixaram por menos. Antônio Tenório, 38 anos, judoca com deficiência visual que disputa na categoria até 100 quilos conquistou sua quarta medalha de ouro em paraolimpíadas e se tornou o único tetracampeão brasileiro paraolímpico. "Essa medalha tem um pedacinho de cada brasileiro. Espero que o meu feito sirva de exemplo para os milhões de deficientes brasileiros", deseja Tenório. O país também conseguiu duas medalhas de prata com as judocas Karla Cardoso (até 48 quilos) e Deanne Silva (acima de 70 quilos). E duas de bronze com as atletas Michelle Ferreira (até 52 quilos) e Daniele Silva (até 57 quilos).
O judoca Tenório é tetracampeão
Em esportes coletivos, o futebol de cinco, para deficientes visuais, conquistou ouro. Com esse resultado o Brasil tornou-se bicampeão na modalidade. O ineditismo também ficou por conta do tênis de mesa que conquistou medalha de prata. (leia link abaixo, com o total de medalhas conquistadas em cada modalidade).
A atleta Shirlene Coelho, de 27 anos, que tem paralisia cerebral conquistou prata na prova do lançamento de dardo, com 1.513 pontos. A brasileira lançou 35m95 e bateu o seu próprio recorde mundial duas vezes na mesma prova. O ouro não veio porque o número de atletas participantes era pequeno e a prova foi multiclasses, juntando as categorias de F35 a F38 (paralisia cerebral sem utilização de cadeira de rodas). Nestes casos as medalhas são decididas por meio de uma pontuação calculada em relação ao recorde mundial de cada classe da competidora. "Essa prata vale ouro porque entrei na prova sabendo que seria muito difícil quando juntaram as classes, mas bati a minha própria marca em 5m e isso foi maravilhoso", diz a atleta.
Nessa edição das Paraolimpíadas o hipismo trouxe duas medalhas de bronze para o Brasil e as duas vieram do cavaleiro Marcos Alves, o Joca. O atleta que é cadeirante já havia conquistado dois ouros no Pan-Americano em Mar Del Plata em 2003, e o 4º lugar no mundial da Inglaterra, em 2007.
A bocha e o remo, modalidades disputadas pelo Brasil pela primeira vez em Paraolimpíadas também fizeram uma estréia marcante. Os remadores Elton Santana e Josiene Lima foram bronze na disputa do remo no skiff duplo misto (somente movimentos de braço e tronco). Os brasileiros ficaram com o tempo de 4min28s36. Já os atletas da bocha Dirceu Pinto e Eliseu Soares, categoria BC4 (distrofia muscular) conquistaram ouro na disputa em dupla. Dirceu já tinha faturado um ouro e Eliseu Santos levou o bronze na disputa individual.
Dirceu Pinto conquista dois ouro na bocha
Dirceu que tem distrofia muscular - nasceu com a doença, mas a desenvolveu a partir dos 12 anos - em 2002 fazia fisioterapia quando jogou bocha pela primeira vez e, de para cá, nunca mais parou. Participou do Parapan 2005, em Mar Del Plata e conquistou o 2º lugar. O atleta, de 28 anos, também conquistou o título de campeão brasileiro por dois anos consecutivos, em 2004 e 2005.Dirceu fez valer a sua participação nas Paraolimpíadas de Pequim. Ele provou que foi á China para jogar, brilhar e ganhar ao trazer para o Brasil as duas medalhas de ouros.
Não acordo muito cêdo Mas não fico preocupado Muita gente me censura E acha que eu estou errado Deus ajuda a quem madruga Mas dormir não é pecado O apressado come crú E eu como mais descansado...
Soy Latino Americano E nunca me engano E nunca me engano Soy Latino Americano E nunca me engano...
Meu caminho pro trabalho É um pouco mais comprido Eu vou sempre pela praia Que é muito mais divertido Chego sempre atrasado Mas eu não corro perigo Quem devia dar o exemplo Chega atrasado comigo E diz:...
Soy Latino Americano E nunca me engano E nunca me engano Soy Latino Americano E nunca me engano...
É legal voltar prá casa Mas eu não volto correndo Quem tem pressa de ir embora No transporte vai morrendo E eu que não me apresso nunca Pro meu bar eu vou correndo E encontro a minha turma toda Sentada na mesa dizendo assim...
Soy Latino Americano E nunca me engano E nunca me engano Soy Latino Americano E nunca me engano...
Quando eu abro a minha porta Muita gente está jantando Quando eu ponho a minha mesa Muita gente está deitando Eu me arrumo e vou prá rua E na rua vou achando Muita gente que trabalha Se divertindo e cantando Assim:...
Soy Latino Americano E nunca me engano E nunca me engano Soy Latino Americano E nunca me engano...
A manga é um vocábulo com múltiplos sentidos. Pode significar peça de roupa, objeto mecânico, agrupamento de pessoas ou animais,
corredor, parede ou até o fruto saboroso da mangueira, além de sentidos translatos.
O Aurélio conceitua o verbete como parte do vestuário onde se enfia o braço; filtro afunilado para líquidos; qualquer peça de forma tubular que reveste ou protege outra peça; parte do eixo dum veículo que se encontra dentro da caixa de graxa que recebe todo peso do carro, além de conotações diversas como “arregaçar as mangas”, “em mangas de camisa”, “pôr as mangas de fora” e tantas outras. Também pode significar hostes de tropa, grupo, ajuntamento, bando, turma; parede de cerca que vai da beira até as asas dos currais-de-peixe, perpendicularmente ao rio; corredor com paredes de varas, que conduz a um rio ou a um igarapé e serve para guiar os bois que vão ser embarcados; pastagem cercada onde se guarda o gado; cercas divergentes, a partir da porta do curral, que servem para facilitar a entrada, nele, do gado; linha formada por pessoas a pé ou a cavalo para obrigar o animal a passar por determinado ponto, ou fazê-lo entrar para a mangueira, ou simplesmente o fruto que nos faz lembrar Belém do Grão-Pará, “a cidade das mangueiras”.
Na farmacopéia popular, soma-se ao receituário oficial, que a manga é indispensável para se ter boa visão e auxiliar no crescimento do corpo e na saúde da pele. Age também contra infecções e fortalece os ossos e a formação dos dentes, além de evitar queda dos cabelos. É ainda indicado para as enfermidades das vias respiratórias, como catarros, tosse e bronquite, atuando como um ótimo expectorante, preparado, de preferência, como xarope, com mel. Na verdade, a manga tornou-se uma preferência nacional por seu sabor acentuado e textura agradável ao paladar e por ser encontrada em todo o País.
O título da capital paraense lembra os túneis feitos pelas numerosas mangueiras em determinadas avenidas e praças da cidade, que amenizam o calor equatorial, principalmente nos meses do verão amazônico, além de ornamentar a cidade e abastecê-la com o delicioso fruto desta árvore generosa, na época da safra, quando em Belém abundam mangas e periquitos. Os moradores das áreas mais centrais de Belém já estão acostumados de vê-las e juntar mangas na rua, depois da chuva ou de uma ventania.
Quem observa essas incontáveis mangueiras que compõem sua farta arborização da cidade pode até pensar que a manga é originária da Amazônia, uma região tão pródiga de frutos saborosos. Ledo engano! Pesquisadores acreditam que a manga seja originária do sudeste da Índia, Mianamar (antiga Birmânia) e Bangladesh, onde fósseis registram espécimes com 25 a 30 milhões de anos. Apesar de tão familiares aos belenenses, as mangueiras foram trazidas pelos colonizadores portugueses no alvorecer do século XVI, depois da descoberta das rotas marítimas para o continente asiático. Outra versão dá conta de que elas vieram em 1780, pelas mãos do arquiteto italiano Antônio Landi, cujas obras são marcos importantes da história do Pará. Mas a arborização da cidade com essas árvores somente iniciou em meados do século XIX, levada pela necessidade de minimizar os efeitos da radiação solar em zonas equatoriais, como mostram fotos de “túneis de mangueiras” em postais de Belém na fase áurea da borracha, com maior difusão na administração do intendente Antônio Lemos (1897-1910). Foi ele que promoveu uma vigorosa urbanização da cidade dotando os bairros de um traçado ortogonal, com rua largas e intensa arborização com mangueiras, espalhando sementes em bairros do centro da cidade.
Pertencente ao gênero Mangifera, que inclui cerca de 35 espécies da família Anacardiaceae, sendo a mais difundida a Mangifera indica, essa árvore frondosa que produz cerca de 500 a dois mil frutos ao ano, se adaptou facilmente ao clima brasileiro, produzindo uma variedade de espécies, com grande diversidade de forma, peso, sabor e cor, que vai do verde ao vermelho escuro. Existem até mangas sem fiapos, obtidas pelo cruzamento de espécies indianas e americanas, com vantagens em peso, coloração e resistência às pragas. Todas as variedades são propícias ao fabrico de doces, geléias, sucos, saladas, sorvetes e outras delícias, dentre elas, o mango chutney, para acompanhar assados e que é preparado com polpa de manga verde cozida e temperada com gengibre, especiarias, vinagre, pimenta e sal. A oferta mundial de manga é atualmente de cerca de 24 milhões de toneladas anuais, com produção concentrada em mais de 50% na Índia, cerca de 10% na China, seguidos do México, Tailândia e Filipinas. O Brasil é o nono produtor do mundo com uma participação de 3,4% no volume total ofertado. Mas o mercado internacional de manga não é uniforme, devido às variações de preferências e exigências dos consumidores. O nome da fruta vem da palavra Malayalam manga. As mangueiras são grandes árvores que atingem até 40 metros de altura, com folhas perenes e flores diminutas, em inflorescências paniculadas nas extremidades dos ramos. São tantas que seu perfume se sente à distância. A manga é um fruto carnoso provido de um núcleo muito duro, de coloração entre o amarelo, o laranja e o vermelho, mais rosado no lado que recebe insolação direta e mais amarelado ou esverdeado no lado de insolação inversa. A polpa é suculenta e muito saborosa e doce, em alguns casos fibrosa, podendo ser consumida in natura. A fruta contém cerca de 15% de açúcar, até 1% de proteína e quantidades significativas de vitaminas, minerais e anti-oxidantes, em especial vitaminas A, B e C, além de grande quantidade de ferro, sendo indicada para anemias e mulheres grávidas, ou para períodos de menstruação. Também é indicado para câimbras, estresse e problemas cardíacos, por sua alta concentração de potássio e magnésio. Há informações de que as mangas ajudam os intestinos e tornam mais fácil a digestão, inclusive que a fruta estanca hemorragias, fortalece o coração e traz benefícios ao cérebro.
A professora Gláucia Maria Pastore, do Departamento de Ciência de Alimentos da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp, justifica a atenção que pesquisadores dão à manga não apenas pelo sabor e aroma como pelo seu elevado valor nutritivo em comparação a outras frutas. Ela explica que a manga, cada vez mais, revela substâncias bioativas – com benefício para o organismo humano devido à presença de antioxidantes, considerados capazes de retardar o envelhecimento e o aparecimento de certas doenças e inclusive o de evitá-las.
Já a bióloga Andréia Cristiane Souza Azevedo afirma que pesquisas dos componentes da manga apresentam o caráter bioativo e a quimioproteção natural da fruta, o que, aliás, deu origem à sua tese de doutorado orientada pela professora Gláucia Pastore, estudando as suas enzimas oxidativas e presença de compostos bioativos, com base nas variedades Tommy Atkins, Haden e Palmer, em três diferentes estágios de maturação. A bióloga enfatiza que a ação da manga está sempre ligada à capacidade de atacar radicais livres, que se formam em grande quantidade no organismo humano e que eles acarretam várias doenças crônico-degenerativas, que são aquelas que se manifestam no decorrer do tempo e não de forma aguda, a exemplo do câncer, determinando ainda as porcentagens dos vários componentes nos principais estágios de maturação, a atividade antioxidante e a presença de uma importante substância antioxidante como a mangiferina, principalmente na casca do fruto.
Ainda não se sabe exatamente quando apareceu o Skate, mas podemos dizer que foi no princípio dos anos 60 na Califórnia. Era em uma época aonde reinava o surf e a curtição total sobre uma prancha.
Mas como as coisas nunca davam certo, aqueles mesmos surfistas pegaram as rodas de seus patins, e colocaran em "shapes", para que assim pudessem surfar em terra firme.
Os skates eram muito primitivos, não possuíam nose nem tail, era apenas uma tábua e quatro rodinhas.
O crescimento do esporte se deu de uma maneira tão grande, que muitos dos jovens da época se renderam ao novo esporte chamado skate, surgiam então os primeiros skatistas.
Era um tempo onde o free style dominava, os skatistas usavam e abusavam deste tipo de manobra.
No ano de 1965 foram comercializados os primeiros skates fabricados industrialmente e começaram as primeiras competições.
Lá pelos anos 70, ouve o racionamento de água nos E.U.A, as pessoas esvaziavam suas piscinas, foi ai que os skatistas perceberam que essas piscinas vazias, poderiam ser ótimos obstáculos, foi ai que se deu o skate vertical.
Nos anos 80 o skate volta ao seu auge, com a inovação dos skates, e a utilização das pistas em "U" os half pipes, o skate retorna as suas origens de muitos adeptos.
A partir daí, o skate nunca mais teve seu declínio, nos anos 90 foi quando o sk8 atingiu o seu auge, com muitos adeptos, produtos e campeonatos que incentivam bastante os jovens, crianças, e até os velhos dos anos 90.
E assim o sk8 * vai levando suas origens até o futuro, se desenvolvendo cada vez mais, superando todas as barreiras de preconceitos imposta sobre seus praticantes, e assim vamos levando o skate que nunca morrerá.
SK8 no Brasil
O Skate é um esporte ainda pouco divulgado no Brasil, apesar de possuir grandes skatistas. No país o esporte já teve seus altos e baixos. O primeiro pico foi na década de 80, onde havia revistas, vídeos e até álbuns de figurinhas.
Depois no final desta década e no começo dos anos 90, esta febre foi abaixando, talvez pela falta de patrocínio, divulgação, marcas.
Hoje o skate já está voltando pro pé da galera, por causa da grande divulgação que está tendo. Com a chegada da TV a cabo, e de canais de esporte, como a Sportv e a Espn, o skate começa a reaparecer na cena.
Mas não é só a divulgação que está fazendo o sk8 voltar ao palco, é a qualidade do skate atual. Na década de 80 não havia tantas técnicas e manobras como hoje, tanto porque a configuração do skate era outra . Shape largo sem nose, rodas grandes e trucks pesados. Apesar disso o freestyle rolava forte naqueles tempos. Hoje em dia, o esquema é outro, o shape é estreito (normalmente 7.5), as rodas são menores e os trucks bem leves, facilitando assim as manobras de street.
Perfil do skatista
Curtem aventura, liberdade e manobras radicais.
Levam a sério este esporte, são dedicados e buscam sempre pela manobra perfeita.
Entrosam-se muito bem com quem entende profundamente deste esporte, passam boa parte do dia pensando neste esporte e conversam longas horas sobre este assunto.
( Sk8 foi uma série de drama adolescente criado por Thomas W. Lynch e Christopher Mack e estrelado por Christopher Jorgen, que interpretava um garoto aspirante a skatista profissional e suas relações com seu grupo de amigos. A série foi exibida pela NBC em seu bloco de atrações voltado para o público adolescente, o TNBC ).
Fingerboard ( Skate de dedo ) Conhecido internacionalmente como Fingerboard . Uma réplica do skate com 10 centímetros de comprimento. O Fingerboard foi inventado nos Estados Unidos no final dos anos 80, por skatistas da terra do Tio Sam .
É formato de shape, roda, truck, lixa e parafusos, skate miniatura do tamanho de um chaveiro, com todos os itens de um skate normal, capaz até de trocar rodas, shapes e trucks.
Onde você pode usar? - Mesas, cadeiras, camas, televisão, nas pias, etc... |fonte|