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    CHAPLIN, O GRANDE

    CLÁSSICA CENA DO CINEMA, CHAPLIN DANÇA COM O GLOBO, EM "O GRANDE DITADOR"


    Coleção Chaplin - O Grande Ditador

    Sinopse:

    Na alegria ou na tristeza, na paz ou na guerra, Charles Chaplin é sinônimo de um grande trabalho. Em "O Grande Ditador", eleito para o top 100 do American Film Institute na categoria comédia, Chaplin usa todo o seu arsenal vivendo Adenoyd Hynkel - um ditador alemão muito parecido com Hitler - e um barbeiro judeu, quase sósia do ditador. Trocadilhos, gags visuais e pastelão enchem a tela à medida que Chaplin sutilmente critica o fascismo e o nazismo, revezando o seu humor com tristes imagens de um gueto aterrorizado por tropas inimigas. Trechos imortais incluem a embriagada dança de Hynkel com um globo terrestre, a "luta de cabeça para baixo" e Hynkel e Jakie Oakie, vivendo um personagem parecido com Mussolini, freneticamente elevando os assentos de suas cadeiras de barbeiro em mais uma disputa sem sentido. A grande comédia encontra o amor pelo cinema em "O Grande Ditador".

    NO BLOG FILME AKI > DOWNLOAD DE "O GRANDE DITADOR" [LINK]

    ( É apenas uma indicação...NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS por qualquer dano/prejuízo causado por downloads )

    Dados do Arquivo:

    Tamanho: 426 Mb

    Formato: RMVB

    Idioma de ORIGEM: Inglês (Filme mudo) - Legenda: Não Precisa

    Parte 1
    Parte 2
    Parte 3
    Parte 4
    Parte 5


    " Pensamos demasiadamente
    Sentimos muito pouco
    Necessitamos mais de humildade
    Que de máquinas.
    Mais de bondade e ternura
    Que de inteligência.
    Sem isso,
    A vida se tornará violenta e
    Tudo se perderá".

    Charles Chaplin 

    ...[VEJA MAIS FRASES]



    Escrito por artebrasilis às 19h36
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    POR UM MUNDO MAIS "VERDE"

     

    Sacolas retornáveis

     

    Em favor do meio ambiente, algumas instituições vêm apostando em diferentes e divertidas formas de combater a degradação ambiental

    Juliana Arruda (IG casa) [link]

    A maioria delas é baseada em ações individuais que podem alterar pouco o dia-a-dia das pessoas, porém, resultam em uma ação global significante e eficiente.

    Uma dessas apostas é a famosa sacola retornável que além de ajudar substituir as de plástico descartável por modelos feitos com materiais duráveis e, normalmente, ecologicamente corretos são cada vez mais estilosas e modernas.

    Segundo o site
    Eu não sou de Plástico, que é parte de uma campanha da Prefeitura do Estado de São Paulo para minimizar o uso de sacolas descartáveis, no mundo todo são consumidos cerca de 1 milhão de sacos plásticos por minuto, o que significa 1,5 bilhão por dia e mais de 500 bilhões por ano.

    Engajado nessa causa, o supermercado Pão de Açúcar comercializa desde 2005 essas sacolas a preços agradáveis aos bolsos. “A intenção é oferecer alternativas a favor do meio ambiente para o consumidor”, explica Beatriz Queiroz, Gerente de Sustentabilidade de Consumo do grupo.


    Logo no começo a procura pelos produtos foi alta, mas entrou em queda e se estabilizou. Em julho de 2007, o Pão de Açúcar resolveu resgatar novamente a venda das sacolas e no último trimestre foram vendidas 30 mil exemplares, sendo o Rio de Janeiro o estado que apresentou maior interesse, com uma média mensal de 25% da venda.

    “Investir nesses projetos é um desafio enorme, pois temos que trabalhar com a mudança no modo de agir e conscientização do consumidor”, relata Beatriz.

    Como outras empresas começaram a investir nas sacolas, como a Gatto de Rua que produz diversos modelos, o número de pessoas que aderiram a causa tornou-se maior
    .

    Atendimento nos supermercados >
    Segundo Beatriz, as lojas do Pão de Açúcar pretendem preparar os funcionários para melhor atender os “consumidores verdes”, para que entendam por que as pessoa estão indo ao estabelecimento com aquelas sacolas, ajudem-nas da melhor maneira e também se conscientizem.

    No começo do ano a rede Pão de Açúcar inaugurou na loja do bairro de Moema, em São Paulo, o “Caixa Verde”, especial para os adeptos das bolsas retornáveis, que contém um depósito para as embalagens de alguns produtos, como a caixinha de pasta de dente ou as de cereal, que de lá serão levadas direto para a reciclagem.

    Outras redes aderem ao tema > Para não se tornarem os maiores vilões na utilização de sacolas descartáveis, outra grande rede de supermercados, o Carrefour também faz campanha para tornar-se mais “verde”. No site
     Eu uso a Cuca (Consumidores Unidos Carrefour) dedicado às consumidoras, elas mesmas dão a dica: “Trocar a sacola de plástico pela retornável contribui para neutralizar as emissões de carbono (gás do efeito estufa, que está aumentando a temperatura da terra). Além dos benefícios ambientais, diminui também o volume das sacolas plásticas em casa, e você ainda pode desfilar com uma sacola bonita que carrega o consumo consciente!”

    As grandes empresas já perceberam o crescimento desse mercado específico e não ficam atrás, seja por marketing ou porque acreditam mesmo na causa. Elas provam que certas mudanças são de fácil acesso e basta um pequeno esforço para torná-las parte do dia-a-dia de cada um. Que tal começar com ações simples? Escolha já a sua sacola!


    Use esses produtos também
    A aposta no chamado “mercado verde” dá fruto a investimentos de muitas empresas que descobriram nele um nicho crescente. Além das sacolas, outras mudanças são possíveis no dia-a-dia, como na decoração da casa. A Imaginarium comercializa luminárias feitas com PET reciclado de garrafas de refrigerante, são dois modelos em forma de cubos: um para o ambiente mais sofisticado, com cores metalizadas e outro mais descolado e colorido que pode ser usado no quarto infantil.

    Além da preocupação ecológica - as luminárias utilizam apenas 0,3% da energia necessária para a produção do plástico virgem -, o design foi desenvolvido para o uso de lâmpadas econômicas, contribuindo em dose dupla para a redução do consumo de energia.

    Outros produtos que podem ser usados com tranquilidade são as poltronas elaborada pela artista plástica Raquel Ávila Lole. Com Raquel as desenvolveu a partir de materiais costurados por mulheres que participam de uma cooperativa de costureiras ligada à Abadeus, entidade beneficente de Criciúma.

    LINKS mais sobre:
    sacolas retornáveis



    Escrito por artebrasilis às 18h54
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    PROGRAMA SENTIDOS

    TV Sentidos

    CONFIRA O PROGRAMA SENTIDOS DESTA SEMANA!
    ASSISTA PELA INTERNET OU PELA TV

     

    O programa Sentidos vai mostrar que com determinação, as limitações de uma deficiência não são uma barreira, e sim, um obstáculo que pode ser superado para se alcançar um grande sonho. Quer uma injeção de otimismo? Então, dá uma olhada no que a nossa equipe preparou pra você:
    Bloco 1
    O desafio do pianista com deficiência. João Carlos Martins aprende a ser maestro para não abrir mão do seu amor incondicional pela música;
    No quadro Aprenda Libras, o intérprete, Vinícius Nascimento, ensina como realizar uma compra numa padaria.
    Clique aqui para assistir o vídeo do bloco 1
    Bloco 2
    Mais do que força de vontade. Jovem com Paralisia Cerebral conclui a faculdade de Direito, e passa no difícil exame da OAB;
    No quadro Minuto AVAPE, como é o processo de reabilitação profissional de pessoas com deficiência, na unidade de Santo André, em São Paulo;
    De frente para uma nova realidade. Conheça histórias de quem adquiriu uma deficiência e, depois de um longo processo, redescobriu o gosto pela vida. 
    Clique aqui para assistir o vídeo do bloco 2

    Bloco 3

     

    Os desafios da maternidade para uma jovem com Síndrome de Down, que deu à luz uma criança sem deficiência;
    No quadro Fala Sério, uma crônica sobre sexualidade.
    .
    Clique aqui para assistir o vídeo do bloco 3
    O programa Sentidos mostra ações sociais realizadas por pessoas que trabalham a favor de um país mais justo, inclusivo e que não esperam somente por iniciativas do poder público, mas se juntam para buscar qualidade de vida e diminuir as diferenças. Produzido pelo núcleo de tv da AVAPE - Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais em parceria com o Canal Net Cidade, da operadora de TV a cabo NET, o programa Sentidos também destaca as atividades das pessoas com deficiência nas áreas de lazer, educação, cultura, saúde, esporte e trabalho.


    Bom programa!

    Informações, sugestões e dúvidas:
    Núcleo de TV AVAPE - Sentidos
    Telefones: 
    (11) 4433-5075
    e 4433-5077
    E-mail:
    programasentidos@avape.org.br

    Na Tv - Canal NET Cidade (12 no ABC)
    Segunda-feira às 19h00h - Inédito
    Terça-feira às 9h30h - Reprise
    Domingo às 2h30 e 15h - Reprise



    Escrito por artebrasilis às 19h47
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    QUATRO ESTAÇÕES

     

     

    PRIMAVERA - AS QUATRO ESTAÇÕES - VIVALDI



    Escrito por artebrasilis às 19h58
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    FILMETERAPIA

    Filmeterapia

    Saiba como a filmeterapia, o tratamento psicológico feito por meio de filmes, pode nos ajudar a superar problemas. O psicólogo Jacob Goldberg, autor do livro "Psicologia em curta-metragem", explica como isto funciona e exemplifica com a análise do efeito positivo de "Tropa de Elite" (2007).

    REVISTA GALILEU Reportagem / Imagens / Edição: Inara Chayamiti [link matéria]

     

     


    No DIVÃ:

    Cinematerapia


    MARINA ALVES

    Uma cena, um diálogo, um personagem. Quando o contexto é a sala escura, pequenos detalhes na telona podem provocar uma avalanche de sensações e levar o espectador a reflexões das mais inesperadas. Sim, é fato que o cinema instiga até mesmo os mais desavisados. E também o é que especialistas têm usado essa característica da sétima arte como método terapêutico nos consultórios de psicanálise.

    Joya Eliezer, psicóloga, professora e presidente da Associação Brasileira de Arteterapia, recomenda filmes a seus pacientes. "Cada cena conduz a uma direção emocional. Assim, o filme é um remédio dentro da arteterapia." Ela explica que há uma relação de projeção e identificação. "Queremos que o paciente deslumbre algo saudável, identifique- se com alguma situação, reflita e consiga, a partir daí, verbalizar. Mas a escolha do filme deve ter sempre uma proposta acolhedora, que vislumbre um final que possa trazer conseqüências positivas", afirma.

    A possibilidade de mudança de alguma situação é o primeiro passo para o objetivo que se busca com o paciente. E o cinema pode dar a pista para a ciência resolver algum problema real. Assim o psicanalista Geraldo Martins, professor e coordenador do projeto "Ler a Imagem" enxerga o método. "O cinema tem efeito terapêutico sobre as pessoas. Terapêutico é o que alivia,mas não necessariamente cura. Você vai ao cinema, chora muito e se sente aliviado, porém, isso não quer dizer cura", explica. A partir dessa sensação diante da tela, diz Martins, pode surgir uma solução.

    Reparação

    Martins exemplifica com casos de muitos pacientes que se vêem em"Desejo e Reparação" (direção Joe Wright, 2007). No filme, em cartaz na cidade, uma jovem acusa o filho do caseiro de um crime que ele não cometeu. "Muitos chegam ao consultório comparando a sua situação, que até então era inexplicável, com o filme. Eles dizem ’sou eu quem está lá’. Várias pessoas estão querendo reparar umerro que cometeu, durante toda a vida", diz.

    No entanto, para usufruir do efeito terapêutico do cinema não basta se sentar em frente à tela. "É preciso está atento a você mesmo, a seu cotidiano. As pessoas acham que a solução vem pronta mas, na verdade, é uma pista", acredita o psicanalista. Por outro lado, quando atentos, a arte pode ser uma saída. "Às vezes, você vai ao cinema só por ir e, no fim, decide mudar de vida, termina um relacionamento, muda um pensamento."

    Além de indicar filmes a seus pacientes, a psicanalista Gisleide Gonçalves de Almeida da Mata também se beneficia do método, indicado a ela por seu analista. "O cinema é como os contos de fadas. A reflexão que proporciona pode levar o indivíduo até mesmo a tomar uma decisão", afirma. Segundo ela, para cada situação de vida há uma "receita". Um exemplo é o longa "Sweeney Todd: o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet" (direção Tim Burton, 2007), com Johnny Deep, em cartaz na cidade. Nele, o personagem é afastado da família e volta com o desejo de vingança. Em uma cena, não consegue enxergar a esposa em uma mendicante e a mata. "Isso pode nos levar a pensar que há momentos em que estamos tão cegos que acabamos assassinando o nosso desejo."

    Olhar ameno

    As imagens também servem para projetar o futuro. Ao assistir "Elsa e Fred" (direção Marcos Carnevale, 2005), que conta a história de dois velhinhos - ele se entregando à idade avançada e ela se sentindoemplena vida - Gisleide conta que se inspirou em Elsa. "Indiquei esse filme a várias pessoas, principalmente idosos. Ele mostra muito a vida que está dentro de nós e que não precisa ficar reprimida ao envelhecer", conta. São reações como essa que fazem do cinema uma ferramenta capaz de proporcionar um olhar mais ameno diante das dificuldades do cotidiano. "A cada filme que assisto, posso até não tomar uma grande decisão, mas há sempre um detalhe que me provoca. E muita coisa pode mudar por causa disso. A análise trabalha o porquê dessa questão ser perturbadora", afirma.

    Ao assistir a "Grande Menina, Pequena Mulher" (Boaz Yakin, 2003), a estudante de filosofia Helena Cristina de Castro Reis, 20, tomou uma decisão. "Eu era como a personagem do filme: adulta, mas com atitudes infantis. No meio da exibição, já me vi ali. No fim, decidi fazer como ela e abrir uma confecção de roupas. Foi uma idéia que acabou dando certo", revela.

    Apesar do incentivo à técnica, Joya Eliezer, da Associação Brasileira de Arteterapia, ressalta que é preciso cautela. "A cinematerapia ou filmeterapia deve ser feita por arteterapeutas. É preciso escolher as obras equilibrando-as ao estado do paciente e, então, discutir os efeitos da obra com ele", explica.

    [link]

     

    "filme de terror"

    [link imagem]



    Escrito por artebrasilis às 20h47
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    COMA, COM MODERAÇÃO !

    'Comam menos carne', diz principal cientista da ONU

    As pessoas deveriam considerar comer menos carne como uma forma de combater o aquecimento global, segundo o principal cientista climático da Organização das Nações Unidas (ONU).

    Rajendra Pachauri, que preside o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), fará a sugestão em um discurso em Londres na noite desta segunda-feira.

    Números da ONU sugerem que a produção de carne lança mais gases do efeito estufa na atmosfera do que o setor do transporte.

    Mas um porta-voz da União Nacional dos Fazendeiros da Grã-Bretanha disse que as emissões de metano de fazendas estão caindo.

    Pachauri acaba de ser apontado para um segundo mandato de seis anos como presidente do IPCC, o órgão que reúne e avalia os dados sobre clima dos governos mundiais, e que já conquistou um prêmio Nobel.

    "A Organização da ONU para Agricultura e Alimentos (FAO) estima que as emissões diretas da produção de carne correspondem a 18% do total mundial de emissões de gases do efeito estufa", disse à BBC.

    "Então eu quero destacar o fato de que entre as opções para reduzir as mudanças climáticas, mudar a dieta é algo que deveria ser considerado."

    Clima de persuasão
    O número da FAO de 18% inclui gases do efeito estufa liberados em todas as etapas do ciclo de produção da carne - abertura de pastos em florestas, fabricação e transporte de fertilizantes, queima de combustíveis fósseis em veículos de fazendas e as emissões físicas de gado e rebanho.

    As contribuições dos principais gases do efeito estufa - dióxido de carbono, metano e óxido nítrico - são praticamente equivalentes, segundo a FAO.

    O transporte, em contraste, responde por apenas 13% da pegada de gases da humanidade, segundo o IPCC.

    Pechauri irá falar em um encontro organizado pela organização Compassion in World Farming, CIWF (Compaixão nas Fazendas Mundiais, em tradução-livre), cuja principal razão para sugerir que as pessoas reduzam seu consumo de carne é para reduzir o número de animais em indústrias pecuárias.

    A embaixadora da CIWF, Joyce D'Silva, disse que pensar nas mudanças climáticas poderia motivar as pessoas a mudarem seus hábitos.

    "O ângulo das mudanças climáticas pode ser bastante persuasivo", disse.

    "Pesquisas mostram que as pessoas estão ansiosas sobre suas equivalentes de carbono e reduzindo as jornadas de carro, por exemplo; mas elas talvez não percebam que mudar o que está em seu prato pode ter um efeito ainda maior."
    Benefícios
    Há várias possibilidades de redução dos gases de efeito estufa associados aos animais em fazendas.

    Elas vão de ângulos científicos, como as variedades de gado geneticamente criadas para produzir menos metano em flatulências, até reduzir a quantidade de transporte envolvido, comendo animais criados localmente.

    "A União Nacional dos Fazendeiros da Grã-Bretanha está comprometida em assegurar que a agropecuária seja parte da solução às mudanças climáticas, e não parte do problema", disse à BBC uma porta-voz do órgão.

    "Nós apoiamos fortemente as pesquisas com o objetivo de reduzir as emissões de metano dos animais de fazendas, por exemplo, mudando suas dietas e usando a digestão anaeróbica."
    As emissões de metano de fazendas britânicas caíram 13% desde 1990.

    Mas a maior fonte mundial de dióxido de carbono vindo da produção de carne é o desmatamento, principalmente de florestas tropicais, que deve continuar enquanto a demanda por carne crescer.

    D'Silva acredita que os governos negociando um sucessor ao Protocolo de Kyoto deveriam levar esses fatores em conta.

    "Eu gostaria de ver governos colocarem metas para a redução de produção e consumo de carne", disse.

    "Isso é algo que deveria provavelmente acontecer em nível global como parte de um tratado negociado para mudanças climáticas, e seria feito de forma justa, para que as pessoas que têm pouca carne no momento, como na África sub-saariana, possam comer mais, e nós no oeste comeríamos menos."
    Pachauri, no entanto, vê a questão mais como uma escolha pessoal.

    "Eu não sou a favor de ordenar coisas como essa, mas se houver um preço (global) sobre o carbono, talvez o preço da carne suba e as pessoas comam menos", disse.

    "Mas, se formos sinceros, menos carne também é bom para a saúde, e ao mesmo tempo reduziria as emissões de gases do efeito estufa."


    LIMITE AS CARNES VERMELHAS

     

    por CIDA DE OLIVEIRA - REVISTA SAÚDE [LINK]

    E não estamos falando apenas da suculenta picanha. Carne de porco e de cordeiro, assim como as processadas, como hambúrguer, rosbife e bacon, também devem ser limitadas a duas porções semanais. Nos outros dias, coma peixes e aves. O problema é a gordura saturada que por si só já é um ingrediente cancerígeno e substâncias que lhe dão cor, como o ferro-heme, ou ferro orgânico, aquele mesmo que combate a anemia. Pesquisas americanas associam sua ingestão excessiva ao aparecimento do câncer colorretal. Quando a carne é esturricada na grelha ou na frigideira, o perigo aumenta. Há uma reação química nesse processo que libera outras substâncias cancerígenas bem naquela casquinha escura e crocante.
     


    Escrito por artebrasilis às 19h35
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