(Passo Fundo, 24 de janeiro de 1980) é um violonista e compositor brasileiro.
Começou a estudar violão aos sete anos de idade com o pai, Algacir Costa, líder do grupo Os Fronteiriços e aprimorou-se com Lúcio Yanel, virtuoso argentino radicado no Brasil. Até os quinze anos, sua única escola musical era a música folclórica do Sul do Brasil, Argentina e Uruguai. Depois de ouvir Radamés Gnatalli ele começou a procurar por outros brasileiros, tais como Baden Powell, Tom Jobim, Raphael Rabello entre outros. Aos dezessete anos apresentou-se pela primeira vez em São Paulo no Circuito Cultural Banco do Brasil, produzido pelo Estúdio Tom Brasil, e a partir daí passou a ser reconhecido como músico revelação do violão brasileiro.
Yamandu toca estilos diversos como choro, bossa nova, milonga, tango, samba e chamamé, sendo difícil enquadrá-lo em uma corrente musical, dado que mistura todos os estilos e cria interpretações de rara personalidade no seu violão de sete cordas. (WIKIPÉDIA)
Há poucos dias, estava no Rio de Janeiro e, ao parar no sinal de trânsito, apareceram algumas crianças vendendo balas que cercaram e circularam diante dos veículos que aguardavam a sinalização abrir. Comentei com um amigo o quanto esta cena é chocante e dele ouvi uma frase que, certamente, seria proferida por muitas outras pessoas: “É melhor eles estarem aqui do que praticando algum delito”. Concordo, mas só em parte. Entendo que é melhor a criança estar na escola do que vendendo doces nas ruas. Lugar de criança é na escola. Não há mal nenhum que uma criança aprenda, orientada, uma profissão. Mas isso deve ocorrer numa escola. A maioria das crianças que perambula pelas ruas, seja vendendo doces, lavando ou tomando conta de veículos, não está ali por opção, mas por necessidade. São crianças – e algumas tão novas! – que estão nas ruas quando deveriam estar numa sala de aula, aprendendo a ler e a escrever para se tornarem realmente cidadãs. Antigamente, uma criança no trabalho era visto até como positivo. Melhor que ficar à toa, diziam habitualmente. Esta visão, ainda que tenha um fundo de verdade, acabou contribuindo para uma aceitação da evasão escolar. A criança, quanto mais pobre for sua família, mais necessita da escola para ajudar na sua formação. Quem assegura que aqueles meninos e meninas postados nos sinais de trânsito das grandes cidades não estarão, em algum momento, se envolvendo com atividades ilegais? Quem sabe onde eles estão ao cair da noite, quando não mais são vistos nos sinais de trânsito? O ideal seria que estas crianças passassem o dia inteiro nas escolas, recebendo os ensinamentos fundamentais mas também atividades capazes de expor e desenvolver suas potencialidades. Isso pode ser feito até com a participação de entidades não governamentais já existentes e que podem dar uma contribuição significativa para a formação de crianças e adolescentes. Até mesmo espaços alternativos podem ser utilizados, com as atividades supervisionadas por técnicos das secretarias de educação. A educação é fundamental na formação do ser humano. Ruim com ela, pior, muito pior, sem ela. A escola não tem apenas a finalidade de alfabetizar as pessoas. Ela reúne todo um contexto que inclui a formação do indivíduo, que precisa de incentivos, de estímulos para fazer despontar suas aptidões, suas idéias.
É SÓ LIGAR O "GLOBO"... E OS BICHINHOS APARECEM...
PRIMAVERA É ESTAÇÃO DE CUPINS ALUCINADOS
Publicado na Folha de S.Paulo, 10 de outubro de 1993
Insetos fazem revoadas para reprodução e formam novas colônias, cujos estragos surgirão nos próximos meses
RICARDO BONALUME NETO
"Ninho de amor" é uma expressão meio brega, mas é a melhor maneira de descrever o que pode estar acontecendo neste momento em boa parte das casas de São Paulo. Milhares, quem sabe milhões, de jovens casais de cupins estão iniciando a lua de mel em buracos em madeira, no solo ou dentro daquele seu livro preferido, depois de contraírem núpcias no fim-de-semana passado. Uma nova leva de cupins apaixonados pode estar se preparando para casar agora. E dentro de alguns meses, o fruto dessas uniões, sempre monogâmicas, deve começar a ser percebido. "É motivo de preocupação, mas não de pânico", diz a bióloga Eliana Marques Cancello, do Museu de Zoologia da USP, especialista nesses insetos relativamente primitivos comparados com outros como as abelhas, mas ainda assim dotados de uma complexa vida social. Quem tem a casa invadida por milhares de insetos alados alucinados -chamados de "bichinhos de luz" ou "aleluias"- nem desconfia que são, na verdade, jovens cupins em busca de casamento. A revoada acontece em qualquer lugar onde exista uma colônia. Nuvens de cupins alados saem dos cupinzeiros e buscam desesperadamente a luz, perdem as asas com facilidade e formam pares. Esses "casais" criam seus ninhos, a origem de uma colônia que eventualmente chegará a ter milhares de cupins. "Parece um vulcãozinho saindo do cupinzeiro", diz, comentando a revoada, o biólogo Flávio Carlos Geraldo, presidente da Associação Brasileira de Preservadores de Madeira, entidade que dá orientação sobre o combate a essa peste. Nem todos são pragas, porém. Das cerca de 250 espécies de cupins no país, só duas são pestes urbanas (no mundo existem em torno de 2.000 espécies de cupins). Além disso, a grande maioria dos noivos em potencial morre em acidentes ou vira comida de predadores como formigas, lagartixas, pássaros e sapos. A pior praga é o cupim de solo (espécie Coptotermes havilandi), que gosta de umidade e invade as casas pelo chão. "Já vi gente retirar um livro da estante e vir só a lombada na mão", diz Geraldo. Esse cupim costuma penetrar pelos conduítes de eletricidade. Para checar se o cupim de solo visita uma casa, é só checar se há terra em uma tomada, retirando o espelho de luz. O cupim de madeira seca (espécie Cryptotermes brevis) faz estragos menores, mas também é insidioso. Um desses casais em lua-de-mel pode escolher uma reentrância de móvel, ou mesmo a parte de trás da moldura de um quadro para fazer seu ninho. Para comprovar sua visita basta checar se estão presentes seus excrementos, na forma de grãozinhos escuros de formato uniforme. A revoada dos cupins, de modo geral, costuma acontecer depois de chuvas e quando há sol logo em seguida. Dado esse sinal climático, os cupins-operários abrem as saídas dos túneis, vigiados pelos cupins-soldados, e começa a revoada dos cupins-reprodutores. Depois de perderem as asas, forma-se o par. O rei fecundará a rainha se as condições ambientais forem boas, dando início a uma nova colônia. Apesar da invasão do fim-de-semana passado, que poderá se repetir mais algumas vezes nesta primavera, não é possível avaliar os estragos dos cupins na cidade. "Não há pesquisas a respeito", diz a bióloga Cancello. Sem dúvida, São Paulo oferece muito alimento aos cupins, como restos de madeira de construção por toda a parte. O que existe é uma maior consciência do problema, além de uma outra proliferação, intimamente associada ao pânico que esse inseto voraz provoca: a das empresas descupinizadoras.
"Você vai ver o DVD CHACOALHANDO AS SAMAMBAIAS, uma produção do coletivo SAMAMBAIA. São 15 minutos de muito swing ao som de NEGO MOÇAMBIQUE, muitas imagens e visuais brazucas. Se a festa estiver meio parada, aperte o play e coloque a galera para dançar. A Samambaia é um coletivo de experimentação artística genuinamente brasileiro. Nosso trabalho se expressa através da moda e de outras formas inusitadas de arte, com objetivo de divulgar a brasilidade, a alma do povo brasileiro".
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Conceito: Clau Niemeyer, Pedro Garcia e Juca Battiston Direção, Animação e Edição: Pedro Garcia Trilha: Nego Moçambique
Adiemus é o nome de um projeto de música incidental pensado e realizado pelo compositor sul africano Karl Jenkins em 1994. Projeto em si nasceu quando a Delta Airlines European procurou Jenkins para compor um jingle tema destinado às campanhas da companhia, já que a companhia rival utilizou a música 'Storms in Africa' da cantora e compositora Enya. [veja aqui o comercial da Delta]
Mas nem Jenkins e nem os executivos da Delta Airlines poderia prever o sucesso e o alcançe mundial que o jingle tema 'Adiemus' teria, tornando-se uma febre. Assim Jenkins compôs um segundo jingle 'Elegia' e logo após criou o projeto Adiemus de Orquestra Erudita de Música Africana, que resultou em 7 cd's e uma séries de singles vendidos pelo mundo todo.
O sucesso de Adiemus, semelhante a Enigma e Era, se dá em particular pelo fato de que os temas orquestrados possuem poderosas composições baseadas na música folclórica dos países africanos, sem jamais ser repetitivo, folclórico ao excesso ou exageradamente erudita.
Temas como "Cantilena", "Zaraband", "Tintinnabulum", "Cantus Insolitus", "In Caelum Fero", "Ein Wiener Walzer (A Viennese Waltz)" ou "Tango" conseguem relevar nuanças musicais arrebatadoras, com uma suntuosidade épica, que permitem à imaginação do ouvintes sonhar com as savanas douradas da África ou imaginar fabulosos e exóticos personagens como os de Henry R. Haagard.
Além de ser um projeto de música ambiental, Karl Jenkins, compositor, propõe uma estrutura musical, ainda que baseada na estrutura erudita, que apresenta evoluções harmônicas e melódicas interessantes e inovadoras. Vale ressaltar que, apesar de todas as canções serem cantadas, a parte lírica é totalmente destituída de significado que, segundo Jenkins, enaltece o teor sonoro da obra, evitando "distrações" da parte sonora. Os textos foram escritos de forma a que a voz soe como um instrumento a mais do conjunto.
O primeiro disco, Songs of Sanctuary, conta com a participação de Miriam Stockley [>OUÇA AQUI] no vocal, com arranjos de percussão de Mike Ratledge. Karl Jenkins rege a London Philharmonic Orchestra. A língua usada no Adiemus foi inspirada no estudo da língua dos "maoris" da Nova Zelândia e tem como objetivo gerar um sentimento bom.
Adiemus é simplesmente uma Ópera viva e luxuriante.
Ontem o menino que brincava me falou
Que hoje é semente do amanhã
Para não ter medo que esse tempo vai passar
Não se desespere não, nem pare de sonhar
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo, nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será
Ontem o menino que brincava me falou
Que hoje é semente do amanhã
Para não ter medo que esse tempo vai passar
Não se desespere não, nem pare de sonhar
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo, nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo, nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo, nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será (Bis)
A Oficina dos Menestréis é um curso livre de teatro musical, criado pelo Oswaldo Montenegro. Esse curso utiliza um método que visa trabalhar o lado da musicalidade, expressão corporal, desenvolvimento da percepção e da capacidade intuitiva. É um trabalho artístico voltado a profissionais das mais diversas áreas.
Em 2003, Deto Montenegro, diretor da Oficina dos Menestréis e irmão do Oswaldo, numa iniciativa ousada e desafiadora decidiu criar um curso específico e experimental com um grupo de deficientes físicos, que andam de cadeira de rodas, chamados cadeirantes. Inovando seu trabalho e em busca de novos horizontes.
Ministrou então um curso de teatro aplicando seu método à 17 cadeirantes. Sempre se esforçando no sentido de fazer o curso destoar o mínimo possível do ministrado às turmas de andantes, com as quais já trabalhava há anos. Assim, sem paternalismos e sempre tratando o deficiente de igual pra igual ministrou o curso.
Nesse espírito, Deto Montenegro conduziu habilmente esse curso até a montagem do espetáculo musical no final, quando realizamos 8 apresentações da adaptação do musical NOTURNO, apelidado por nós de "NOTURNO Cadeirantes". Breve histórico do grupo.
O projeto Cadeirantes não tem a finalidade de ser um projeto filantrópico ou assistencial. Visa na verdade explorar o lado artístico, sensorial e intuitivo dos alunos levando em conta suas características e necessidades especiais, adaptando os exercícios já existentes à eles.
Com a ampliação do projeto, no ano seguinte foram incluídos alunos com deficiência visual, alunos com outras deficiências e ainda pessoas sem deficiências. Atribuindo ao trabalho a característica de ser o único no Brasil.
Assim, os menestréis cadeirantes montaram Noturno em 2003, o Good Morning São Paulo Mixtureba em 2004, Vale Encantado Mix, em 2005, Banquete da Vida Mix, em 2006, com direito a apresentação em Brasília devido ao prêmio da FUNARTE.
Ao assistir uma apresentação da Cia Mix a platéia é envolvida de tal forma que se esquece totalmente da deficiência física do atores, enxergando arte. E a mesma arte feita por atores andantes, normalmente vista nos palcos.
A Cia Mix Menestréis, dos menestréis cadeirantes e deficientes visuais da Oficina dos Menestréis ampliou depois suas atividades e hoje realiza também apresentações de menor duração, pockets, palestras e leva arte para eventos de empresas. Contatos para shows 11+86186260 / 11+95260969. Ou escreva para mixmenestréis@gmail.com
Clipe dos espetáculos apresentados pela Companhia Mix Menestréis. - Banquete da Vida - Noturno Cadeirantes - Vale Encantado - Good Morning Mixturéba
Em 2003 a Oficina dos Menestréis criou sua primeira turma de cadeirantes e após 8 meses de curso montamos o musical NOTURNO de Oswaldo montenegro, que apelidaramos de Noturno Cadeirantes. No elenco quase 20 cadeirantes. Depois veio a versão Noturno Mix, com o elenco composto por cadeirantes e atores andantes da Oficina. Essa é a cena Cristal, gravada em 2004.
Cenas do musical Noturno 2007, apresentado pela 16a turma da Oficina dos Menestréis. Um musical de Oswaldo Montenegro. Direção de Deto Montenegro. Teatro Dias Gomes (SP CAPITAL) - Outubro de 2007 > LISTA DE VÍDEOS (YOUTUBE) > A Q U I
PARA VER MAIS > GALERIA DE IMAGENS E VÍDEOS DO GRUPO > AQUI