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    NOS LIMITES DO CORPO

     

    Ginástica Olímpica

    "A Ginástica é um esporte tanto emocionante quanto belo, que não requer somente coragem de seus adeptos como também graça e domínio do corpo."

    Frase retirada do livro "O Prazer da Ginástica".



    A Ginástica Olímpica é um conjunto de exercícios corporais sistematizados, aplicados com fins competitivos, em que se conjugam a força, a agilidade e a elasticidade. O termo ginástica origina-se do grego gymnádzein, que significa "treinar" e, em sentido literal, "exercitar-se nu", a forma como os gregos praticavam os exercícios.


    História

    Foi na Grécia que a ginástica alcançou um lugar de destaque na sociedade, tornando-se uma atividade de fundamental importância no desenvolvimento cultural do indivíduo. Exercícios físicos eram motivo de competição entre os gregos, prática que caiu em desuso com o domínio dos romanos, mais afeitos aos espetáculos mortais entre homens e feras. Durante a sangrenta Idade Média, houve um desinteresse total pela ginástica como competição e o seu aproveitamento esportivo ressurgiu na Europa apenas no início do século XVIII. Foram então criadas as escolas alemã (caracterizada por movimentos lentos e rítmicos) e sueca (à base de aparelhos). Elas influenciaram o desenvolvimento do esporte, em especial o sistema de exercícios físicos idealizado por Friedrich Ludwig Jahn (1778-1852), o Turnkunst, matriz essencial da ginástica olímpica hoje praticada. 


    Modalidades

    A ginástica olímpica baseia-se na evolução técnica de diversos exercícios físicos. Para os homens, as provas são: barra fixa, barras paralelas, cavalo com alças, salto sobre o cavalo , argolas e solo. As mulheres disputam exercícios de solo (com fundo musical), salto sobre cavalo (de 1,10 m de altura, na horizontal), barras assimétricas (de 2,30 m e 1,50 m de altura), e trave de equilíbrio (de 10 cm de largura e 5 metros de comprimento).


    Julgamento e Pontuação

    Os exercícios de cada ginasta são julgados e pontuados por um júri. Existem os elementos obrigatórios em cada aparelho, que todos os ginastas devem praticar ou perderão pontos. O ginasta deve acrescentar outros elementos para obter pontos extras. Todos os exercícios tem um valor inicial, que para os homens é 8.6 e para as mulheres 9.0. Isto quer dizer que se o ginasta não acrescentar elementos que valem bônus, seu exercício poderá obter no máximo essas notas, mesmo que sejam executados perfeitamente. O valor de cada elemento e os movimentos obrigatórios de cada aparelho estão no "Código de Pontos" desenvolvido pela FIG. Este código muda a cada quatro anos, após as Olímpiadas, tornando-se mais elaborado. Os juízes procuram erros de postura, de execução, dentre outros, para deduzir da valor inicial do atleta.
     

     

    GINÁSTICA OLÍMPICA MASCULINA

    Os homens competem em seis aparelhos - salto sobre o cavalo, barras paralelas, cavalo com alças, barra fixa, solo e argolas. A nota inicial das séries masculinas é 8.6. Para atingir a nota máxima de partida - 10 pontos - os ginastas devem executar, além dos movimentos obrigatórios, elementos extras que bonificam suas rotinas. 

     

    I - SOLO

    O exercício de solo para homens dura entre 50 e 70 segundos e ao contrário do feminino não é acompanhado de música.

    II - CAVALO COM ALÇAS

    Está a 1,05 metro do solo e tem 1,60 metro de comprimento. O ginasta deve executar movimentos contínuos de círculos e tesouras. Somente as mãos devem tocar o aparelho.

    III - ARGOLAS

    Estão a 2,55 metros do solo. Durante a apresentação o ginasta deve ficar pelo menos dois segundos parado numa posição vertical ou horizontal em relação ao solo. As argolas devem sempre permanecer paradas.

    IV - SALTO SOBRE CAVALO

    O cavalo está a 1,35 metro do solo. O ginasta deve comunicar aos árbitros qual salto irá realizar para que se possa atribuir a nota de partida.. 

    V - BARRAS PARALELAS

    Estão a 1,75 metro do solo. Durante a apresentação o ginasta deve executar um movimento em que ambas as mãos não estejam em contato com o aparelho.


    V - BARRA FIXA

    Está a 2,55 metros de altura. Durante a execução da prova o atleta deverá manter-se durante em movimento realizando movimentos como mortais e saltos encarpados.

    GINÁSTICA OLÍMPICA FEMININA

    A Ginástica Olímpica Feminina, modalidade constituída por quatro aparelhos, ou provas, onde as ginastas apresentam-se na ordem olímpica.


    I - SALTO SOBRE O CAVALO

    Todos os saltos devem ser realizados com repulsão de ambas as mãos sobre o cavalo. A distância da corrida pode ser determinada individualmente. No limite máximo de 25 mts.

    A chegada no trampolim deve ser com os dois pés e pode ser:
    da corrida de aproximação ou de um elemento.

    São permitidas 3 ( três ) corridas de aproximação, desde que a ginasta não tenha tocado o trampolim e ou o cavalo. Não é permitida uma quarta corrida.

    Os saltos encontram-se classificados em quatro grandes grupos, onde os valores variam de 8 a 10.00 pts.

    II - BARRAS PARALELAS ASSIMÉTRICAS

    A avaliação do exercício começa com a impulsão no trampolim, ou colchões. 
    O exercício deve ser composto de elementos de diferentes grupos. As partes de dificuldade A - B - C - D e E devem representar uma variedade dos seguintes grupos de elementos:

    Dos grupos estruturais devem ser executados elementos com giros sobre o eixo longitudinal (piruetas) e transversal (mortais), trocas de tomadas e elementos com vôo.

    III - TRAVE DE EQUILÍBRIO

    A avaliação do exercício começa com a impulsão no trampolim até a saída nos colchões.

    A duração do exercício na trave de equilíbrio não poder ser menor de 1 minuto e 10 segundos, nem maior que 1 minuto e trinta segundos.

    Durante o exercício devem ser criados pontos altos e dinâmicos com:

    A. Elementos acrobáticos e ginásticos de diferentes grupos.
    B. Variações no ritmo entre movimentos rápidos e lentos, para frente, lado e para trás.
    C. Mudança do trabalho próximo e afastado da trave.

    IV - SOLO

    A avaliação do exercício começa com o primeiro ginástico ou acrobático da 
    ginasta. A duração do exercício de solo não pode ser menor que 1 minuto e 10 segundos nem maior que 1 minuto e trinta segundos. 

    O acompanhamento musical pode ser orquestrado, piano ou outro instrumento sem canto. 

    Ultrapassar a área de solo ( 12 m x 12 m ) significa tocar o solo com qualquer parte do corpo, fora da linha demarcatória, a cada ultrapassagem existe uma dedução

    As partes de valor ( dificuldade ) A - B - C - D e E devem pertencer aos seguintes grupos de elementos:

    Elementos acrobáticos com ou sem fase de vôo para frente ou para o lado e para trás.

    Elementos ginásticos, tais como: giros, saltos, combinações de passos e corridas e ondas corporais

    COMPETIÇÃO E PONTUAÇÃO

    As categorias em que se compete são:

    a) Pré infantil (6 anos) 
    b) Infantil (7 e 8 anos) 
    c) Infantil A (9 e 10 anos) 
    d) Infantil B (11 e 12 anos) 
    e) Juvenil (13 a 15 anos) 
    f) Maiores (16 anos adiante). 

    Existe uma segunda classificação por níveis ( classificados por letras ) que determina o nível de dificuldade dos exercícios e os aparelhos : 

    a) Escolinha (somente metropolitano) 
    b) D (solo exercícios de solo e salto obrigatórios)
    c) C2 (se compete em quatro aparelhos)
    d) C1 (os exercícios obrigatórios )
    e) B2 (os exercícios podem ser livres ou obrigatórios dependendo da categoria )
    f) B1 (exercícios livres com alguma exceções nas categorias mais jovens)
    g) A o Elite (as 6 melhores notas deste nível integram a seleção nacional).

    A nota máxima que um ginasta pode alcançar é 10,00 e se consegue pela soma dos diferente pontos dos árbitros. São eles: 

    • Dificuldades e parte de valor (3,00) 

    • Exigências específicas ou requisitos obrigatórios (1,40 - 0,20)

    • Bonificação (1,00)

    • Composição e combinação (0,60)

    • Execução (4,00)  

    Existem quatro tipos de classificações :

    Concurso I: classificatório para os outros três concursos (obrigatório). 
    Concurso II: se chama All Around. é para determinar a ganhadora da classificação individual geral (participam as 36 melhores classificadas no concurso I). 
    Concurso III: se compete por aparelhos (participam as 8 melhores classificadas em cada aparelho no concurso I). 
    Concurso IV: é a competição por equipe (participam as 6 equipes melhores classificadas no concurso I). 

    A ordem de competição é por sorteio. 

    A pontuação por equipe se faz da seguinte forma:

    - Cada equipe contém 6 ginastas.
    - Em cada aparelho competem 5 ginastas (o técnico decide quem compete em cada aparelho).
    - Se pega as 4 melhores notas deste aparelho, o seu total é a nota por equipe neste aparelho.
    - Se repete o procedimento nos outros aparelhos.

    Os aparelhos em que se competem seguindo a ordem olímpica são: salto sobre cavalo, paralelas assimétricas, trave e solo.


    SALTO


    O cavalo tem 1,25 m de altura medida desde o colchão. Existem quatro grupos de saltos: 

    a) Saltos simples e saltos com mortais.
    b) Saltos com e sem giros seguidos de mortal.
    c) Entradas Tsukaharas (entrada no cavalo com ½ giro como no rodante e em seguida se faz diferentes tipos de mortais).
    d) Entradas Yurchenkos (se faz um rodante em cima do trampolim e entra no cavalo em posição de flic para depois fazer mortais e piruetas).


    PARALELAS ASSIMÉTRICAS

    A altura da barra inferior é de 1,65 m e a barra superior é de 2,45 m (+/- 3 cm); a separação entre as barras é de 1,50 m. Os 7 requisitos são: 

    a) 3 trocas de barras
    b) 2 elementos com valores diferentes
    c) Um elemento com giro 
    d) Uma saída de dificuldade 

    As normas de execução são:

    a) Alguma execução por de baixo da barra inferior e por cima da barra superior
    b) Execução por fora e entre as barras
    c) Múltiplas trocas de barras (mínimo 3)


    TRAVE DE EQUILíBRIO

    A altura da trave é de 1,25 m e tem 5 me de largura. O exercício deve durar entre 1'10" e 1'30". 
    Seus requisitos são:

    a) Uma série acrobática de 2 ou mais elementos com vôo
    b) Uma série ginástica de 2 ou mais elementos
    c) Uma série mista (acrobático + ginástico ou vice e versa) de 2 ou mais elementos
    d) Um elemento por baixo da trave 
    e) Um giro de 360° sobre uma perna
    f) Um salto de grande amplitude
    g) Uma saída de dificuldade C nos concursos I, II y IV e de dificuldade D no concurso III. 

    Durante a apresentação é exigido que a ginasta realize trocas de níveis (altura), trocas harmônica entre grupos de elementos, movimentos em posição lateral, cruzada e oblíqua ao árbitro e não se permite mais de 2 elementos estáticos ( ex.: avião, parada de mãos ).

    SOLO

    A apresentação se realiza em um tablado de 12 x 12 metros, dura entre 1'10" e 1'30" e é acompanhado por música sem canto.

    Seu requisitos são:

    a) 2 séries acrobáticas de pelo menos 3 elementos 
    b) Uma dessas 2 séries deve ser combinada (significa que 2 saltos mortais obrigatórios devem ser em diferentes direções)
    c) Uma série ginástica de 3 elementos
    d) Uma série mista de 3 elementos
    e) Um ginástico de dificuldade mínima C
    f) Uma saída na série acrobática de dificuldade C nos concursos I, II e IV e de dificuldade D no concurso III. 

    Durante a apresentação é exigido que a ginasta realize trocas harmônicas entre elementos acrobáticos e ginásticos, trocas dinâmicas entre movimentos lentos e rápidos, harmonia entre a música e os movimentos, e utilização de todo o tablado.

    [fonte]

     

    MONTAGEM DE GRANDES MOMENTOS DA GINÁSTICA OLÍMPICA



    Escrito por artebrasilis às 08h42
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    SURREALISMO VIRTUAL

    SURREALISMO VIRTUAL

    ( TÉCNICA INCRÍVEL DE BLU )


    MUTO a wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.

    VEJA MAIS VÍDEOS > AQUI



    Escrito por artebrasilis às 18h02
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    PRA RELAXAR...O GATO SIMON

    http://br.youtube.com/user/simonscat

     



    Escrito por artebrasilis às 16h45
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    YURI-GAMI E A CULTURA ORIENTAL

    CAROS VISITANTES, SOB O INCENTIVO DA BOA ACEITAÇÃO DOS LEITORES, MAIS UM PERSONAGEM SURGINDO NO ARTE BRASILIS !

    É O YURI-GAMI, TRAZENDO ASPECTOS DA CULTURA ORIENTAL, COM UM TOQUE DE BRASILIDADE.

    AGUARDEM ASSUNTOS DE INTERESSE, NOS PERGAMINHOS DA NOSSA TELA VIRTUAL !

    YURI-GAMI, COM SUA SAPIÊNCIA MILENAR, NOS LEVARÁ PARA MUITAS VIAGENS E CONHECIMENTOS !

    ARIGATÔ.

    _ O _ _<>_


    o primeiro tema oriental é:
     
    ORIGEM DO MANGÁ
     
     
    No período Nara, século VIII d.c, surgem os primeiros rolos de pintura japonesas, as tais pinturas eram conhecidas como emakimono, em seus conteúdos eram associados pinturas e textos que literalmente se desenrolavam. O primeiro emakimono foi entitulado de “Ingá Kyô”, cópia de obra chinesa.

    No século XII, surgem emakimonos genuinamente no estilo japonês de estampas. Porém os mangás como lemos e conhecemos nos dias atuais, surgem no início do século XX, influência pelo formato dos gibis ocidentais, principalmente dos EUA. Na época surgiu o “Primeiro Soldado Norakuro” , criado por Tagawa Suiho. Nesta fase o governo japonês utilizou o quadrinhos para fins de propaganda.

    Depois da
    Segunda Guerra Mundial, há uma explosão de produção em escala mundial de quadrinhos, dando espaço para a criação de publicações locais em regiões periféricas do Ocidente e em países orientais. Os desenhistas de manga são conhecidos como “mangakas”. O desenhista Osama Tezuka, sob influência de Walt Disney, desenvolve personagens com feições e expressões exageradas, personagens japoneses com olhos arregalados.

    Em 1963, Tezuka em seu estúdio Mushi Production, cria a primeira série de animação para a televisão japonesa, o “Astro Boy”. O principal público do manga sempre foi as crianças e
    jovens, porém nesta época houve um trabalho em criar mangá para adultos.

    Outros desenhistas ficaram conhecidos, como Fujiko Fujio, criador de “Doramon, e Akatsuka Fujio, Reiji Matsumoto e Shotaro Ishinomori. No Brasil, tanto em tv quanto no formato
    livro, o mangá mais elaborado se fez presente entre as décadas de 80 a 90 com boa popularidade, mas o “boom” no mercado nacional estorou nos anos 2000. 

    [ link matéria ]


    Mangá é a palavra usada para designar as histórias em quadrinhos japonesas e o movimento artístico relacionado. No Japão designa quaisquer histórias em quadrinhos.

    Vários mangás dão origem a desenhos animados (Anime) para exibição na televisão, em vídeo ou nos cinemas, mas também há o processo inverso, em que a animação torna-se uma edição impressa de história em sequência ou de ilustrações.

    Arigatô Lobato

    monteiro-lobato-manga.jpg

    ...No clima da celebração a este grande escritor surgiu uma exposição bem bacana! “Sítio do Pica-Pau Amarelo em Mangá - Homenagem a Monteiro Lobato e ao Centenário da Imigração Japonesa” (na Biblioteca Municipal de Osasco em abril 2008). Os desenhos de Emília, Dona Benta e do próprio escritor Monteiro Lobato com os traços característicos do típico desenho japonês: o mangá. Fábio Shin, professor do Mangá Studio Japan Sunset, foi o coordenador do projeto que inclui os traços de alguns de seus alunos. A exposição aproveitou e também para prestar homenagem ao centenário da imigração japonesa. www.fabioshin.com

    [ fonte texto ]


    Vídeo-aula Rosto Masculino Frontal (Mangá)

    como desenhar personagens no estilo Mangá... aula com um verdadeiro Mangá-Ka (desenhista de mangá)

     

    Reportagem sobre os 100 anos de imigração japonesa
    Exibido dia 11/06/08 no Jornal da Globo sobre a cultura Japonesa.

    Olhar Japonês: Mangás,animes e cosplays.

    "O mangá está aí com força total hoje dominando boa parte do mercado, deixando até heróis tradicionais americanos pra trás. Hoje é um fenômeno mundial", diz Marcelo del Greco, editor de mangá.

    O tempero das histórias é o caráter humano dos personagens. Nesse mundo de fantasia, os heróis envelhecem e sofrem como qualquer mortal.



    Escrito por artebrasilis às 15h20
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    ROSAS & AZUIS

     

    E VIVA A ROSA, A ROSA
    CANTADA EM VERSO / CANTADA EM PROSA

    Rosa vermelha, branca, amarela
    Rosa em flor, rosa em botão / Dentre as flores é a mais bela
    Mais que flor se fez canção

    Rosa mensagem, rosa perfume / Feminina, flor, mulher
    Em seus espinhos mostra o ciúme / Só a toque quem souber

    O tempo passa e com ele a vida / Mas não morre a ilusão
    Eu guardo ainda rosa querida / Que beijei em tua mão

    ( A Rosa - Moacyr Franco )

    Aqui, no Artebrasilis, já se falou em rosas... [veja]


     

    e aos cinéfilos de plantão...

     Trecho de A Rosa Azul (1960), filme antigo e açucarado, com efeitos especiais próprios da época. Um enredo carregado de arquétipos e simbolismos, num tempo em que o herói não "virava" bandido no meio da história. 



    Escrito por artebrasilis às 20h21
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    LUZES NO IPÊ

    CAPTURA DE IMAGEM ~ ARTEBRASILIS ~ 20/08/08


    LINKS RELACIONADOS - CLIQUE NOS TÍTULOS (TEMA: IPÊ AMARELO):

    1- EXUBERÂNCIA DO IPÊ AMARELO

    2- IPÊ E AMIGOS 1

    3- IPÊ E AMIGOS 2

    4- A VOLTA DO IPÊ AMARELO

    5- IPÊ AMARELO (POESIA DE VALTER LIMA ALVES)



    Escrito por artebrasilis às 19h19
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    A SÉRIE: SER OU NÃO SER

    SER OU NÃO SER - ANTIGA SÉRIE DO "FANTÁSTICO"

    TEMA: EXCLUSÃO

    TEMA: ÉTICA

    TEMA: COMPETIÇÃO



    Escrito por artebrasilis às 19h49
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    CAFÉ MUSICAL - KLEITON E KLEDIR

     

    Café Musical de hoje... relembra sucessos cantados pela dupla Kleiton e Kledir

     

    Vira Virou - Kleiton e Kledir
    Vou voltar na primavera
    Era tudo o que eu queria
    Levo terra nova daqui
    
    Quero ver o passaredo
    Pelos portos de Lisboa
    Voa, voa, que eu chego já
    
    Ai se alguém segura o leme
    Dessa nave incandescente
    Que incendeia a minha vida
    Que era viajante lenta
    Tão faminta da alegria
    Hoje é ponto de partida
    
    Ah vira, virou
    Meu coração navegador!
    Ah gira, girou
    Essa galera...

    Espanhola
    Fonte da Saudade [Ao Vivo]
    Navega Coração
      Nem Pensar

     


    A história da dupla começou cedo, lá pela segunda metade dos anos 70. Recém-chegados a Porto Alegre para estudar engenharia, os irmãos Kleiton e Kledir Ramil, mais três amigos da região Sul do estado, criaram o grupo Almôndegas. O ponto de encontro da turma era a Rádio Continental, que passou a gravar os novos músicos gaúchos em seu estúdio de dois canais e colocá-los na programação. Em pouco tempo, a Continental tornou-se a preferida dos jovens porto-alegrenses. Do sucesso no rádio vieram os shows, mobilizando multidões de duas, três, quatro mil pessoas e despertando o interesse das gravadoras.

    Pela paulista Continental, o Almôndegas lançou seu primeiro LP em 1975, tornando-se o mais popular grupo sulista. Na base de violões e belas harmonizações vocais, misturando MPB, rock e folclore gaúcho, o grupo marcou época. Tanto, que várias de suas músicas continuam a ser tocadas e gravadas. Depois do segundo disco, em 1976, sucesso nacional com Canção da Meia-Noite (incluída na trilha da novela Saramandaia), o Almôndegas mudou-se para o Rio. Foi o começo do fim. Alternando formações e alterando a identidade original, o grupo gravou o terceiro (1977) e o quarto (1978) discos para a Philips e se dissolveu.

    Únicos remanescentes dos velhos tempos, Kleiton e Kledir assumiram-se como dupla estreando em 1979 com uma das melhores músicas do último festival da TV Tupi, Maria-Fumaça. Ao lado de Vira Virou, essa canção puxou as vendagens do primeiro disco da dupla, lançado em 1980 pela Ariola (que acabara de se instalar no Brasil). O LP seguinte fez de Kleiton & Kledir efetivos astros nacionais, com mais de 100 mil cópias vendidas e maciças execuções das músicas Deu pra Ti, Trova e Paixão. De Norte a Sul eles passaram a lotar teatros. O terceiro disco (1983) lançou os hits Nem Pensar e Tô Que Tô, e a faixa O Analista de Bagé foi proibida de tocar no rádio pela censura. Em 1984, veio o quarto disco e a tentativa de conquistar o mercado latino-americano, com a gravação de um LP em espanhol que reuniu os principais sucessos e teve a participação dos argentinos Mercedes Sosa e Leon Gieco.

    A essa altura, a dupla já dava sinais de desgaste. Há muito tempo longe do Rio Grande do Sul, sua fonte de inspiração, eles finalizaram o enlace com o disco de 1986, último da primeira fase. A volta só se daria dez anos depois, com o CD Dois (1996). No intervalo, retomaram a pesquisa de ritmos gaúchos e lançaram um disco individual cada, sem maior repercussão. Atualmente continuam fazendo shows por todo o Brasil. De qualquer forma, apesar dos eminentes obstáculos surgidos, eles já justificaram sua "passagem" pela MPB com a mais profunda e influente renovação da música gaúcha feita até aqui. Apresentaram, com maestria, um outro Rio Grande ao Brasil. Algo com qualidade e humor (...) http://www.kleitonekledir.com.br 



    Escrito por artebrasilis às 18h06
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    RECADO DO PETELECO - AME A NATUREZA

    "QUEM AMA, CUIDA"



    Escrito por artebrasilis às 23h09
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    COM VOCÊS, O PALHAÇO PETELECO

    APRESENTANDO... O PALHAÇO PETELECO

     (QUE ENSINA SEM DAR PETELECOS...)

    AGUARDEM NOVAS APARIÇÕES...

    CRIAÇÃO: ARTEBRASILIS

    ( REPRODUÇÃO PERMITIDA PARA FINS EDUCATIVOS,  SOMENTE CITANDO-SE AUTORIA E FONTE DE ORIGEM )



    Escrito por artebrasilis às 20h19
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    RESPEITÁVEL PÚBLICO... MARCOS CASUO

    http://www.marcoscasuo.com.br

     ( dica de Eduardo Santos ! )

    ***

    Marcos Casuo - entrevistado no 'Altas Horas' - abaixo, em duas partes



    Escrito por artebrasilis às 20h14
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    AS ARTES E LADEIRAS DE EMBU

    LÁ VEM O BRASIL, DESCENDO A LADEIRA

    OLHAR DIGITAL ARTEBRASILIS - EM 17/08/08 - EMBU DAS ARTES

    (PRIMEIRA FOTO, LADEIRA TÍPICA COM ARTESANATO VARIADO - SEGUNDA FOTO, IGREJA AO FUNDO, LOJA DE LICORES E MEL, GARRAFA EM PRIMEIRO PLANO)

     


    Embu também é conhecida como Terra das Artes ou, simplesmente, Embu das Artes. O nome surgiu nos anos 60, quando aconteceu na cidade um forte movimento caracterizado pela arte primitiva e pela influência da cultura hippie.

    No entanto, podemos dizer que a tradição artística da cidade remonta ao tempo dos jesuítas. Sabe-se que os padres da aldeia M'Boy aceitavam encomendas de santos. Segundo o padre Manuel da Fonseca, foi o próprio padre Belchior que esculpiu a imagem de Nossa Senhora do Rosário presente na Igreja. Do padre Macaré, podem ser vistas no Museu de Arte Sacra uma Santa Ceia, com 13 imagens de roca, e um Senhor Morto, além de outras peças.

    Esta tradição de santeiros foi retomada, nos anos 20, pelo artista Cássio M'Boy, que fixa residência em Embu. Em 1937, ele ganha o primeiro grande prêmio na Exposição Internacional das Artes Técnicas, de Paris.

    Aos poucos, outros artistas começam a chegar a Embu, formando um grupo que iria movimentar a cidade nos anos 60. Um deles foi o lavrador japonês Tadakiyo Sakai, que mais tarde seria chamado de Sakai do Embu. Reconhecido internacionalmente como escultor em terracota, Sakai iniciou-se nas artes em 1951, sob orientação de Cássio M'Boy e dos escultores Bruno Giorgi e Victor Brecheret. Em 1959, atraído pelos nomes de Cássio M'Boy e Sakai, o escultor Claudionor Assis Dias, ou Assis de Embu, também vem para a cidade. No seu atelier, o Barraco do Assis, começa a dar aulas de escultura em madeira, pedra e bronze, transformando-o num verdadeiro núcleo de produção de arte. Ali nasceria o Movimento do Embu, que ganha força a partir de 1961 com a chegada ao Barraco do Assis do poeta, pintor, teatrólogo e folclorista Solano Trindade e sua companhia Teatro Popular Brasileiro, formada por mais de vinte pessoas. O movimento pretendia popularizar a arte.

    Nas palavras do próprio Solano, a idéia era 'mostrar, incentivar e desenvolver as artes populares tradicionais do povo brasileiro, a dança, a música, a escultura, a poesia e todas as manifestações folclóricas'. As festas promovidas pelo grupo, com suas danças afro-brasileiras e exposições de arte, começam a chamar a atenção da intelectualidade paulista, que passa a freqüentar a cidade. Em 1964, acontece o 1° Salão de Artes Plásticas do Embu.

    Nesta época, os cerca de quarenta artistas que freqüentavam o Barraco do Assis começam a expor seus trabalhos no chão das ruas centrais da cidade. Artesãos hippies que costumavam expor na Praça da República em São Paulo viriam reforçar a incipiente feira de Embu nos finais de semana, convidados pelos artistas locais. A partir de 1969, a Feira de Arte e Artesanato começa a ser realizada todos os fins de semana, atraindo um grande número de visitantes.

    Aos poucos, mais e mais ateliers foram aparecendo na cidade, acompanhados de antiquários, lojas de artesanato e de móveis rústicos e restaurantes. Tudo isso, aliado ao charme do casario colonial do centro da cidade, transforma Embu numa agradável opção de passeio para quem está em São Paulo.

     

     

    Feira de Artesanato de Embu


     

    Ocupando toda a área central da cidade, a feira convida o visitante a passear entre o casario típico do período colonial brasileiro.

    Os 940 expositores se dividem nas seções de artes plásticas, artesanato, plantas ornamentais e comidas típicas.

    Além das barracas, os ateliers e lojas de decoração também abrem suas portas nos dias de feira. O CAT, Centro de Informação ao Turista, possui relação de todas as lojas, galerias, antiquários e ateliers da cidade para distribuir aos interessados.

    Localização: Largo 21 de Abril, Largo dos Jesuítas e ruas centrais da cidade.
    Horário: Sábados, domingos e feriados de 8h às 18h.

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    Baby Consuelo canta "Lá vem o Brasil descendo a ladeira"

    (Moraes Moreira e Pepeu Gomes)



    Escrito por artebrasilis às 18h36
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