A personalidade de sua empresa tem que brilhar através de seu logo, cartão de visita e papel carta.
Como construir uma marca para sua empresa:
Papéis Timbrados - Tenha certeza de que seu papel de carta inclui todas as informações apropriadas: nomes, endereços, fone, fax, e-mail e endereço da web.
Cartões de Visita - Dependa de seus cartões de visita não somente para manter-se em contato com seus clientes, fornecedores mas também como uma forma de propaganda. Não deixe acabar.
Catálogos - Quando voce não puder representar sua empresa em pessoa, confie nos seus catálogos e brochuras de vendas.
Logos - Seu logo tem que dizer muito sobre a personalidade de sua companhia em um rápido olhar. Deve ficar bem colorido ou preto e branco, em uma variedade de tamanhos e em todos os tipos de materiais.
E seu logo deve durar ao longo dos anos, crescendo com sua empresa.
Para iniciar, nada seria melhor do que entender um pouco sobre as cores e até onde elas podem nos ajudar.
Significados: Quando falamos das cores e de seus significados, devemos ter dois focos para abordar: o que elas representam para nós e o que podem representar para os outros.
É importante ressaltar que as cores, cada uma com sua característica, têm influência sobre todos nós. Porém, dependendo da experiência positiva ou negativa relacionada a cada uma delas, canalizam de forma diferente nossas emoções. As cores tanto servem para acalmar, quanto para estimular. As quentes (vermelha e laranja) podem trazer estímulos e ânimo às pessoas. Já as frias (azul e verde) podem acalmar e trazer leveza. Mas tudo isso depende de como as pessoas reagem a essas cores.
As cores quentes devem ser usadas em menor escala e misturadas às demais cores frias. Assim, o equilíbrio entre a vitalidade e a tranqüilidade será firmado.
Consultando um dicionário de símbolos encontramos definições estabelecidas para as cores, tais como:
Verde - Cor de equilíbrio, entre a frieza da lógica e a efervescência das emoções. Transmite paz. Integra emoção e razão de uma forma hábil, tão necessária ao equilíbrio de nossa psique. Produz um ambiente calmo e com muita energia ao mesmo tempo.
Azul - Cor da lógica e ponderação. Amplia nossos horizontes, o que resulta em uma visão maior sobre os assuntos que estão a nossa volta. Estimula à razão, a verdade, a lógica, de forma fria (decidida). Cor adequada à locais de conflito presente.
Amarelo - Estimula atenção, afiada e ágil, o amarelo deixa essa situação ao alcance. Ele abre os espaços do conhecimento. Cor de ambição e liderança, simpatia e alegria. Pode abrir o apetite, sendo atualmente muito usada em restaurantes.
Laranja - Cor que envolve a busca de algo novo e curioso. É ideal para quem precisa criar e também para os que querem retirar os medos de críticas e de ir em frente. Cor da liberdade, concentração e independência.
Vermelho - Vínculo afetivo, profundidade nas relações, efervescência, dinamismo, calor, força e agressão. Ela pertence à eternidade dos afetos. Proporciona vitalidade, aumenta a pressão sangüínea sendo excelente para dar mais ânimo e crédito a si mesmo. É a cor que traz em si o poder feminino da sedução.
Preto - Cor do mistério e mantém as intenções no anonimato. Instiga a curiosidade das pessoas, ao mesmo tempo em que se consegue passar despercebido com ela, que camufla as verdades ao exterior. Capta o que acontece sem dizer a que veio. Protege das cargas negativas, mas por outro lado não deixa fluir a energia e, assim, não renova a carga energética do ser humano.
Branco - Vibrante e estimulante por ser a união de todas as cores. Como cada uma das pessoas já carrega uma determinada vibração, é bom saber dosar o uso dessa cor. Produz troca de energia e capta bem a energia solar. Favorece a clareza, trazendo a verdade. Pode tornar um ambiente monótono, levando à dispersão.
Como utilizar:
Estes padrões, ditos como "significados das cores" podem limitar o artista no que diz respeito a criação. Procure agregar seus próprios conceitos à essas informações. Tente focar pontos positivos e negativos para as cores com simples palavras. Você irá sentir que seu significado pode trazer mais possibilidades criativas.
Teremos como exemplo a cor preta:
ponto negativo - Morte, medo e mentira.
ponto positivo - Equilíbrio, força e curiosidade.
Para muitos a cor preta pode trazer a sensação de medo e mentiras, principalmente quando temos em foco os adolescentes góticos. Mas no ambiente empresarial podemos representar o equilíbrio e força, com homens em ternos pretos.
Posso dizer que fica complicado usar uma cor como o marrom, ou qualquer outra, sem ter em mente o que ela pode representar.
Podemos também citar outros pontos:
Cor Branca - Noiva, limpeza, vazio, solidão...
Cor Amarela - Luz, riqueza, sol...
Marrom - Terra (pé no chão), madeira, enjôo.
Você pode reparar que nesses casos, temos links concretos como a noiva, o sol, e a madeira. Inconscientemente vamos trazendo mais possibilidades simbólicas para nosso trabalho, auxiliando então no processo de criação.
As cores Magenta, Púrpura, Escarlate e Marrom não são visíveis no arco-íris, mas vibram de forma intermediária entre uma cor e outra. Essas cores podem não soar muito bem em materiais infantis... a menos que você esteja convicto de sua importância para o mesmo.
Podemos também entender que crianças enxergam melhor as cores vibrantes como o vermelhão, amarelão, azulão, etc. Quanto mais velhos ficamos, mais nossos olhos captam as cores, a escala de cinza é melhor compreendida e podemos até dizer que o mundo vai ficando cada vez mais triste, conforme envelhecemos.
Bom, as regras poderão ser rompidas de acordo com nossos ideais, sempre levando em consideração, a representação da cor no mundo real e seu significado.
Para melhor auxílio, a dica é adquirir um bom dicionário de símbolos. Ele passará a ser seu livro de cabeceira. Não confie em qualquer dicionário, você está procurando um guia para sua aventura interior onde irá resgatar coisas que estão presas em você, coisas que já conhecia mas estavam perdidas.
Este novo símbolo, inserido no blog, representa aquele papo entre amigos, nos intervalos do dia-a-dia.
No "café musical" ...
há sempre uma canção a lembrar.
E você, caro visitante, tem alguma sugestão ?
Indique. Escreva pra cá !
Vinicius de Moraes,Toquinho, Jobim, Miucha
Berimbau / Canto de Ossanha
Berimbau (Baden Powell e Vinícius de Moraes)
Quem é homem de bem não trai O amor que lhe quer seu bem Quem diz muito que vai não vai Assim como não vai não vem Quem dentro de si não sai Vai morrer sem amar ninguém O dinheiro de quem não dá É o trabalho de quem não tem Capoeira que é bom não cai E se um dia ele cai, cai bem Capoeira me mandou dizer que já chegou Chegou para lutar Berimbau me confirmou Vai ter briga de amor / Tristeza camará.
Canto de Ossanha (Baden Powell e Vinícius de Moraes)
O homem que diz "dou" não dá Porque quem dá mesmo não diz O homem que diz "vou" não vai Porque quando foi já não quis O homem que diz "sou" não é Porque quem é mesmo é "não sou" O homem que diz "tô" não tá Porque ninguém tá quando quer
Coitado do homem que cai No canto de Ossanha, traidor Coitado do homem que vai Atrás de mandinga de amor
Vai, vai, vai, vai, não vou Vai, vai, vai, vai, não vou Vai, vai, vai, vai, não vou Vai, vai, vai, vai, não vou
Que eu não sou ninguém de ir Em conversa de esquecer A tristeza de um amor que passou Não, eu só vou se for pra ver Uma estrela aparecer Na manhã de um novo amor
Amigo senhor, saravá, Xangô me mandou lhe dizer Se é canto de Ossanha, não vá Que muito vai se arrepender Pergunte ao seu Orixá, o amor só é bom se doer Pergunte ao seu Orixá o amor só é bom se doer
Que eu não sou ninguém de ir Em conversa de esquecer A tristeza de um amor que passou Não, eu só vou se for pra ver Uma estrela aparecer Na manhã de um novo amor
Berimbau - Toquinho
Berimbau ao vivo - Badi Assad e Toquinho
Badi Assad
Biografia
Irmã caçula dos violonistas Sérgio e Odair Assad (o Duo Assad), Badi Assad, nascida em São João da Boa Vista (SP), também seguiu a carreira musical, como violonista, cantora, percussionista e compositora. Seus estudos musicais começaram na infância, com um pequeno teclado. Aos 14 anos, quando os irmãos mais velhos saíram de casa para desenvolver uma carreira internacional como concertistas, começou a tocar violão para acompanhar o pai, bandolinista. Depois formou-se em violão no Rio de Janeiro. Venceu o Concurso Jovens Instrumentistas em 1984, e a partir de então passou a explorar novas possibilidades com a voz e a percussão do próprio corpo. Seu primeiro álbum solo foi "Dança dos Tons", lançado em 89. No início da década de 90 apresentou-se em festivais como Free Jazz Festival e Heineken Concerts ao lado de Heraldo do Monte, Raul de Souza, Raphael Rabello, Dori Caymmi e outros. A carreira internacional tomou força a partir de 94, quando assinou com o selo Chesky Records e gravou o disco "Solo". No ano seguinte foi a vez de "Rhythms", que obteve repercussão no cenário violonístico. Depois vieram "Echoes of Brazil" (97) e "Chamaleon" (Verve, 99), aclamado pela crítica internacional. A experimentação sonora com a voz e o corpo são marcas registradas de seu trabalho.
Estava a velha em seu lugar /Veio a mosca lhe fazer mal /A mosca na velha e a velha a fiar //Estava a mosca em seu lugar /Veio a aranha lhe fazer mal /A aranha na mosca /A mosca na velha e a velha a fiar //Estava a aranha em seu lugar /Veio o rato lhe fazer mal /O rato na aranha /A aranha na mosca /A mosca na velha e a velha a fiar //Estava o rato em seu lugar /Veio o gato lhe fazer mal /O gato no rato /O rato na aranha /A aranha na mosca /A mosca na velha e a velha a fiar //Estava o gato em seu lugar /Veio o cachorro lhe fazer mal /O cachorro no gato /O gato no rato /O rato na aranha /A aranha na mosca /A mosca na velha e a velha a fiar //Estava o cachorro em seu lugar /Veio o pau lhe fazer mal /O pau no cachorro /O cachorro no gato /O gato no rato /O rato na aranha /A aranha na mosca /A mosca na velha e a velha a fiar //Estava o pau em seu lugar /Veio o fogo lhe fazer mal /O fogo no pau /O pau no cachorro /O cachorro no gato /O gato no rato /O rato na aranha /A aranha na mosca /A mosca na velha e a velha a fiar //Estava o fogo em seu lugar /Veio a água lhe fazer mal /A água no fogo /O fogo no pau /O pau no cachorro /O cachorro no gato /O gato no rato /O rato na aranha /A aranha na mosca /A mosca na velha e a velha a fiar //Estava a água em seu lugar /Veio o boi lhe fazer mal /O boi na água /A água no fogo /O fogo no pau /O pau no cachorro /O cachorro no gato /O gato no rato /O rato na aranha /A aranha na mosca /A mosca na velha e a velha a fiar //Estava o boi em seu lugar /Veio o homem lhe fazer mal /O homem no boi /O boi na água /A água no fogo /O fogo no pau /O pau no cachorro /O cachorro no gato /O gato no rato /O rato na aranha /A aranha na mosca /A mosca na velha e a velha a fiar..."
O ORIGINAL:
Obra do cineasta Humberto Mauro, A VELHA A FIAR (1964) ilustra a cançao popular de mesmo nome, executada pelo Trio Irakitã. O filme é considerado o primeiro videoclipe brasileiro, e um dos primeiros do mundo.
Animação baseada na parlenda (cantiga de roda) A Velha a Fiar
Trabalho de conclusão de curso em Desenho Industrial. Ela faz parte de um projeto de perpetuação e resgate cultural da prática das parlendas, que contará com outras animações no futuro. Os personagens principais foram desenhados à mão, capturados e animados no programa After Effects (os cenários foram feitos diretamente no computador). contato: feaugu@yahoo.com.br São Paulo - Brasil - Junho de 2007
NÚCLEO DE CINEMA DE ANIMAÇÃO DE CAMPINAS
NA MINHA OPINIÃO...A MELHOR INTERPRETAÇÃO: PROGRAMA RÁ-TIM-BUM - 1990
Levava uma vida sossegada Gostava de sombra E água fresca Meu Deus! Quanto tempo eu passei Sem saber! Uh! Uh!...
Foi quando meu pai Me disse: "Filha, você é a Ovelha Negra Da família" Agora é hora de você assumir Uh! Uh! E sumir!...
Baby Baby Não adianta chamar Quando alguém está perdido Procurando se encontrar Baby Baby Não vale a pena esperar Oh! Não! Tire isso da cabeça Ponha o resto no lugar Ah! Ah! Ah! Ah! Tchu! Tchu! Tchu! Tchu! Não! Oh! Oh! Ah! Tchu! Tchu! Ah! Ah!...
Levava uma vida sossegada Gostava de sombra E água fresca Meu Deus! Quanto tempo eu passei Sem saber! Han!! Han!...
Foi quando meu pai Me disse: "Filha, você é a Ovelha Negra Da família" Agora é hora de você assumir Uh! Uh! E sumir!...
Baby Baby Não adianta chamar Quando alguém está perdido Procurando se encontrar Baby Baby Não vale a pena esperar Oh! Não! Tire isso da cabeça Ponha o resto no lugar Ah! Ah! Ah! Ah! Tchu! Tchu! Tchu! Tchu! Não! (Ovelha Negra da Família!) Tchu! Tchu! Tchu! Não! Vai sumir!...
Se está na mente já existe; falta só concretizar-se
Prof. Luiz Machado - 16/04/2007
É preciso que insistamos na diferença entre quadro mental emotizado e imaginação. Nesta, as idéias se atropelam em nossa cabeça, várias associações, por contigüidade, semelhança ou contraste, quase sempre num torvelinho sem fim.
Já no quadro mental, nós comandamos as imagens, nos concentrando nos resultados que queremos alcançar com elas, que se tornam mais fortes se emotizadas, isto é, se ficam revestidas de emoções, de entusiasmo criador, de alegria com deleite, com êxtase pelo atingimento do resultado. Os quadros mentais com emotização devem ser constantemente repetidos para que possam acionar o sistema glandular. Na imaginação, o tempo que permanecemos focados numa imagem é geralmente insuficiente para ativar o sistema glandular, o que não ocorre com os quadros mentais.
Nosso organismo é uma usina química, em que ocorrem inúmeras trocas na estrutura íntima da matéria, nível em que se produz energia, ondas eletromagnéticas que vão provocar resultados cujos quadros mentais emotizados soubermos criar. A crença (com fervor, convicção, isenta de qualquer dúvida), atua no mundo do extremamente pequeno, no campo das partículas elementares e produz os resultados. Pelo que acabamos de dizer, comprova-se por que o pensamento positivo é suscetível de falha, pois a pessoa pode pensar positivamente e imaginar (criar quadros mentais) da situação contrária, o que geralmente ocorre devido à lei psicológica da associação por contraste. É comum, ao pensarmos em alguma coisa, logo vir à nossa imaginação o contrário do que pensamos.
A crença é tão poderosa quando sabemos criar quadros mentais emotizados, não duvidamos, não hesitamos e aguardamos com convicção e certeza o resultado do que queremos.
Um dos pilares da Emotologia, a ciência do ser humano, trata também de como criar quadros mentais, como emotizá-los e como aguardar sua realização com a certeza dos resultados.
Patrícia Travassos entrevista o Prof. Luiz Machado, fundador da Cidade do Cérebro, no programa Alternativa Saúde do canal GNT. Veja o vídeo:
Emotologia: A Ciência do Ser Humano
Prof. Luiz Machado - 05/03/2007
Inicialmente, façamos algumas considerações sobre ciência. A palavra vem do particípio presente latino sciens, do verbo scire, "saber". Quando queremos ir na essência do conhecimento é sempre aconselhado recorremos à etimologia para aumentar nossa percepção; assim, no caso de ciência, a idéia é mais voltada para o que se sabe e como se sabe que o objeto de estudo.
Na verdade, ninguém sabe realmente o que é ciência, assim como também não se define o que é arte. Mas sabemos que a ciência está mais voltada para a maneira como encaramos o conhecimento, sem distorções, sem quaisquer visões que tentem modificar a análise dos fatos, procedendo com total isenção, e não o tipo de conhecimento em si. A idéia errônea de que ciência é tudo aquilo que dá estouro no laboratório vem do tempo dos alquimistas e é totalmente ultrapassada.
A ciência procura desvendar o oculto por meio da atitude do pesquisador, por procedimentos guiados pelo espírito científico, isto é, com rigor, objetividade, sem preconceitos, sem tendenciosidade, com fundamentos metodológicos precisos.
Em relação à emotologia, comecemos pela origem da palavra: do latim e (x), "fora", "para fora", motio, "ação de mover" e o pospositivo grego –logia, de lógos, "tratado", "estudo de", mais o sufixo –ia, que forma nomes de ciências.
A palavra emotologia é um hibridismo, formada de elementos latinos e (x), motio e outro grego lógos, da mesma forma que a palavra sociologia, do latim socius, "companheiro" e lógos, criada por Auguste Comte para indicar o estudo científico da organização e do funcionamento das sociedades humanas e das leis fundamentais que regem as relações sociais, as instituições etc.
A emotologia é um corpo de conhecimentos sistematizados com base em elementos das neurociências e da física quântica, que, adquiridos via observação direta, identificação, descrição, investigação experimental, pesquisa e explicação teórica de determinadas categorias de fenômenos e fatos, são metódica e racionalmente formulados para promover o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de autopreservação.
Esse é o conceito de emotologia. Conceito é uma síntese de uma noção a que se chegou pelo estudo, pela reflexão, pela experiência. Prefere-se conceito à definição, pois esta última palavra implica contornos bem delineados, com limites bem definidos daquilo que se quer explicar, o que não se consegue com o rigor exigido no campo das ciências.
Vamos analisar o conceito: um corpo de conhecimentos sistematizados. Muitos dos conhecimentos abrangidos pela emotologia encontravam-se esparsamente distribuídos em outros campos do saber humano e aqui nós os reunimos para dar-lhes consistência e destaque tal a sua relevância para as pessoas; com base em elementos das neurociências e da física quântica. A neurociência (esta palavra também é usada no plural: neurociências) indica qualquer ciência que se refere ao sistema nervoso; física quântica, ciência que investiga as leis do universo no que se refere às partículas extremamente pequenas ou no que diz respeito à energia; adquiridos via observação direta.
A observação direta é um método científico. O que faz um conhecimento ser científico não é a sua natureza e, sim, a maneira como é estudado e apresentado. A identificação é o ato ou efeito de conhecer, de reconhecer, de distinguir os traços característicos de alguma coisa, no caso, para poder estudá-los com rigor; descrição: depois de observados fenômenos e fatos vem a descrição, que consiste numa representação do que foi verificado; investigação experimental que consiste no fato de as mesmas causas produzirem os mesmos tipos de efeitos, podendo o ato ser repetido. A emotologia tem leis e efeitos; pesquisa é um conjunto de atividades que têm por finalidade a descoberta de novos conhecimentos no domínio científico, literário, artístico etc.; explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos indica o ato de tornar claro aos outros o resultado da observação, identificação e conclusões destacando as características comuns para melhor compreendê-los; são metódica e racionalmente formulados indica que o método científico, com racionalidade, isto é, comparados os dados e informações, deduziram-se conseqüências e foram enunciados de forma precisa conforme os estudos; para promover o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de auto-realização – aqui está a grande razão de ser da emotologia pois a auto-realização é o maior fator de motivação para que o ser humano cumpra sua destinação biológica e a Natureza persiga sua maior finalidade: a preservação da espécie. Esse é o objeto da Emotologia.
Professor Luiz Machado, Ph.D. Cientista Fundador da Cidade do Cérebro Mentor da Emotologia
E veja também...
O Diretor da Cidade do Cérebro comenta como os sons, músicas e vibrações do universo podem influenciar a nossa própria energia e nos auxiliar a atingir nossos objetivos.
DOLOROSA LIÇÃO DO DIA: PERCEBA A IRRITAÇÃO DO BICHANO ANTES DE ALISAR O SEU CANGOTE. OU ENTÃO, LEVE UMA BOA MORDIDA COM CANINOS BEM AFIADOS PARA APRENDER A RESPEITAR OS LIMITES DO ANIMAL. A SEGUIR, ALGUMAS DICAS.
A agressão não é um acidente da natureza, uma invenção demoníaca ou um produto do século XX. Representa um comportamento que se adaptou pelo processo evolutivo às necessidades de sobrevivência, de forma diversa para diferentes espécies e diferentes situações. A humanidade precisa entender seu comportamento agressivo mais do que nunca, pois sua dificuldade em viver harmoniosamente com a Natureza e seus companheiros ameaça agora todas as formas de vida.
Características
Seu temperamento
Motivos dos Ataques - Conclusão
Características
A agressão é uma espécie de instinto herdado, encontrado no homem e nos animais, que tem necessidade de ser descarregado. Há os que defendem que a agressividade tem fatores sociais, culturais e ambientais. O fato é que a agressão é um processo complexo e não unitário e está sob o comtrole de muitos fatores.
Mas qual é o valor da sobrevivência de lutar e matar? A resposta pode estar no processo de evolução que foi e ainda é uma luta pela sobrevivência. A evolução tem sido uma consequência quase automática de um mundo em constante mudança, onde o comportamento agonístico pode ser construtivo ou destrutivo.
Temperamento
Por causa da competição pela sobrevivência, os animais que foram hábeis em assegurar e defender suas necessidades de vida tenderam a ser bem sucedidos. E aqueles que sobreviveram" não" eram necessariamente os mais agressivos, pois a evolução animal provavelmente favorecia as espécies que eram mais seletivas em seu comportamento agressivo. Um exemplo disso foi a evolução dos dentes caninos nos primatas, que demonstra que a redução no tamanho dos dentes foi uma situação adaptativa onde se reflete que a luta feroz ( nas épocas de dentes enormes) foi direcionada para outras ferramentas e linguagem. Outra adaptações comportamentais além da luta seguiram o caminho para a sobrevivência com êxito, como a capacidade para subir, voar, nadar, entocar-se, engatinhar, andar, ver à noite, etc...
Motivos de Ataque - Conclusão
Os animais só atacam o homem quando encurralados, provocados ou ameaçados. Embora tigres, leões e leopardos tenham matado pessoas, é quase desconhecido o fato de comerem a carne humana. Até as hienas se recusavam a comer carne dos mortos deixados por tribos africanas há muito tempo; aguardavam até que houvesse decomposição para se interessarem. Talvez o homem moderno, assim como seus ancestrais, permaneça com um gosto ruim ... O fato é que não existe nada de sórdido e nem maquiavélico por trás de cães que atacam seres humanos. Existe sempre um contexto etológico por trás dos comportamentos agonísticos, embora alguns animais possam apresentar certa incapacidade de discriminação cotextual mínima, que representam os "distúrbios comportamentais". [link com a matéria]
ENTENDA SEU GATO
É preciso ficar atento aos sinais, pois, os gatos falam o seu próprio idioma e uma das maneiras de expressar as suas emoções e de se comunicar com os gatos e homens é através da cauda. Eles possuem quase 10% dos ossos na cauda, da qual depende o seu equilíbrio. Além disso, você pode identificar o estado de humor do seu gato através dos movimentos da sua cauda.
- Se a cauda está solta e relaxada, demonstra tranquilidade e/ou indiferença;
- Se ela começa a se levantar, demonstra que o gato está se interessando por algo;
- Quando ele mantém a cauda totalmente ereta, demonstra que está interessado e amigável;
- Se começar a balançar a ponta da cauda ereta gentilmente, o gato está demonstrando carinho;
- Quando ele estiver sentado com a cauda no chão e mexer a ponta ocasionalmente, demonstra que está pensativo ou um pouco irritado;
- Quando o gato chicoteia a cauda, demonstra que está irritado e tenso.
- O rabo empinado na vertical com a ponta balançando de um lado a outro quando ele vem te cumprimentar;
- Se movimentá-la rapidamente de um lado para o outro, demonstra aborrecimento;
- Se o gato estiver de pé, com a cauda levantada, cheia e grande demonstra que o gato está feliz e brincando.
Fique atento aos sinais do seu bichano para que vocês se entendam melhor. [LINK TEXTO]
Cinco sentidos. Paladar, olfato, audição, tato e visão. Estas são as conexões do ser humano com o mundo exterior. Se algum deles falhar, tem-se a impressão de que algo não está completo. Todos os sentidos são igualmente importantes, mas um deles, a visão, é mais valorizado, especialmente porque o mundo moderno oferece tantos apelos visuais. “A maioria das informações do mundo nós obtemos com os olhos”, disse Sueli Barbosa de Abreu, professora do Satyananda Yoga Center, em Belo Horizonte. E é justamente a visão que apresenta mais problemas. Às vezes isso acontece por genética ou pelo uso incorreto dos olhos, e, geralmente, por desequilíbrio do prana.
Existem alguns exercícios no Yoga, que quando praticados com disciplina, são capazes de manter ou recuperar a saúde dos olhos. “Os exercícios para os olhos, conhecidos como tratak, podem ser específicos, pois ajudam também na parte física, como músculos e circulação. E também podem ser exercícios indiretos, como alguns asanas, que aumentam a energia vital dos órgãos que influenciam na visão”, comentou Sérgio Carvalho, professor de Yoga em São Paulo, Vinhedo e Uberlândia (MG).
Os trataks são apresentados pelos tratados de Hatha Yoga, como Shats Karmas (Shats Kriyas), práticas de limpeza psicofísica. Esses exercícios purificam e fortalecem os olhos para alcançar uma visão perfeita. “Com exceção das doenças mais sérias, que não são causadas por problemas musculares, todas as outras podem ser amenizadas”, afirmou a professora mineira.
Sueli comentou que o Yoga ajuda também por ser um estabilizador de emoções. “A maioria das doenças dos olhos são causadas por problemas musculares. E as tensões e a ansiedade prejudicam essa musculatura. Por isso, o Yoga é tão importante”. . Visão perfeita Os benefícios do Yoga para os olhos são conhecidos por todo o mundo. E são muitos. Relaxamento e revitalização da musculatura, equilíbrio dos olhos, melhoria na acomodação do foco, prevenção de doenças da visão e até ativação da imaginação. Todos esses benefícios refletem na qualidade da visão e são capazes de regredir problemas como hipermetropia, miopia e presbiopia (visão cansada).
Óculos perfurados (pinholes) – para fazer exercícios naturais com os olhos sem usar lentes correctivas ou de contacto. Evitam e corrigem a rigidez visual, estimulam rapidez nos movimentos dos olhos, estimulam a acomodação das lentes e os músculos ciliares.
Pinholes Glasses óculos perfurados ou rasterbrille
Há cerca de 35 anos, um físico mexicano desenvolveu estes óculos para exercícios de visão e recebeu o Prémio de Menção Honrosa num congresso de invenções em Nova Iorque, em 1980. A característica básica é ser uma estrutura de metal ou plástica com uma grade de plástico perfurado, em vez de lentes com grau, a criar uma rede de furos de precisão que permite a passagem ordenada da luz, o que estimula o nervo óptico e faz os músculos oculares reagirem formando uma imagem mais nítida. Pinholes em inglês, rasterbrille em alemão, estes óculos possibilitam mais relaxamento e descanso na recuperação da visão, melhorando a acuidade visual de uma forma natural.
São usados para os diferentes problemas de refracção: miopia, hipermetropia, vista cansada, astigmatismo; também tem ajudado muito em casos de estrabismo e em algumas patologias como cataratas, permitindo mais nitidez em frente à luz excessiva; como apoio após cirurgias. Excelentes para leitura de perto e longe, relaxam os olhos em casos de uso excessivo do computador e excesso de exposição à TV. Todos podem usar estes óculos, que servem como óculos de transição no processo de reeducação visual , para os exercícios visando mais mobilidade e melhor centralização dos olhos, substituem os óculos de sol, reduzindo a intensidade da luz solar nos casos de fotofobia ou mesmo albinismo. Mais claridade e melhor resolução dos objectos no foco, perto e longe. Leves, duráveis e baratos, um par serve para todas as condições de visão, para jovens e adultos e também para as crianças em idade escolar, para resolver os seus primeiros problemas visuais mais imediatos de visão, sem levar a uma progressão das dificuldades de visão. É uma acção preventiva de cuidados com os olhos, para preservar a qualidade da visão dos que não tem problemas nos olhos, mas que por um tempo definido sentem dificuldades de segurança e estabilidade emocional. Fazer os exercícios de visão com e sem estes óculos vai acelerar a melhora mas, de início, é importante assegurar-se de dar algum tempo para os olhos se ajustarem à grade. Nos primeiros minutos os furos podem causar um pouco de confusão, mas rapidamente o cérebro se habitua, deixa de ver a grade e a visão fica mais nítida. Piscar mais quando colocar estes óculos, exercitar durante algumas horas durante o dia, na claridade. Não usar em ambientes escuros nem conduzir um veículo quando está a usar estes óculos.
Sylvia Loretta Lakeland (Portugal / Brasil), formada em Biologia pela Universidade São Paulo, morou na França, Itália, EUA e desde 1986 em Lisboa, Portugal, onde por seis anos passou pelo drama da gradual perda da visão. O encontro com Meir Schneider e seu Método foi decisivo na recuperação da visão e tornou-se Instrutora e Professora especializada no aperfeiçoamento natural da visão pela School for Self-Healing, São Francisco, CA. Lançou o Método em Portugal e hoje intercala suas atividades entre Lisboa e São Paulo, organizando e promovendo cursos, seminários e orientando em sessões particulares. Desde 2002 está a desenvolver um trabalho com Dr. Sameer Al-Kasab e suas pesquisas científicas no aperfeiçoamento natural da visão. Organizadora oficial e conferencista da 19ª e 20ª Conferência Internacional de Visão Holística , apresentou o tema “A aplicação das terapias naturais e a oftalmologia para a melhora da visão e da qualidade de vida nas pessoas com baixa visão” em conjunto com Dr. Laércio Motoryn, médico oftalmologista integrativo . [LEIA +]
Da Escuridão à Visão Total
Após ter recuperado a minha visão depois de seis terríveis anos de perda progressiva e total da minha acuidade visual, convido para conhecer os passos da minha luta, as perdas e os ganhos que tive e que me permitiram aprender muito e construir uma base de conhecimento sólida para poder compreender e ajudar outras pessoas com problemas de visão. Espero criar um laço de consciência e harmonia ao apresentar meu percurso e as experiências adquiridas e em permanente aprendizagem em Portugal e no Brasil.
Viver com uma boa e clara visão só é possível rompendo padrões e rotinas, escolhendo novos caminhos, aprendendo e praticando uma grande variedade de exercícios, nunca cedendo à monotonia e estando permanentemente consciente e alerta.
Perfeição, meu primeiro ciclo de vida
Cidadã do mundo, filha mais velha de pais poloneses, nasci em Simla, Índia e em seguida morei em diversas cidades fascinantes como Londres, São Paulo, onde me formei em Biologia; Génova-Itália, onde fiz minha pós graduação em Bilogia. De volta a São Paulo, após mais formação, pós graduação e mestrado em Administração de Empresas, tornei-me um executiva e empresária de sucesso, estendendo minhas atividades do Brasil a Nova Iorque e finalmente a Portugal, onde decidi viver a partir de 1986. Trinta anos de atividades intensivas, sempre a impor-me os mais altos padrões e metas desafiadoras, sempre em busca da perfeição. Míope desde os seis anos, usei durante muitos anos os óculos e as lentes de contacto, meus escudos de proteção, sempre pensando que iriam ajudar-me a enxergar sempre bem. Perfeição, a qualquer custo!
De repente, precisei levar os meus olhos ao médico
Em 1993, em consequência de excesso de trabalho e stress combinados, percebi que via cada vez pior: muito cansaço, a sensação das lentes com manchas e névoa, visão dupla, dores infernais de cabeça, rigidez do pescoço e ombros. No olho esquerdo, deixei de ver no foco onde as imagens desapareciam substituídas por uma mancha cinzenta. Diagnostico: um furo na retina do olho esquerdo por um descolamento da retina e, em seguida, após uma inútil cirurgia nos dois olhos, o aparecimento fatal das cataratas.
Uma verdadeira peregrinação aos médicos e finalmente a escuridão total
Numa questão de meses, os meus olhos, imprescindíveis para as minhas actividades profissionais, já não respondiam e eu perdi a acuidade visual. “Não vale a pena pensar no olho esquerdo, está perdido!” foi o que eu ouvi durante seis anos. Com o destino assim traçado, deixei de ver com o olho esquerdo, a visão cada vez menos nítida com os dois olhos levou-me a alterar as minhas atividades, reduzi o uso dos olhos, parei de conduzir o carro e encerrei as minhas empresas. “Não recomendo operar as suas cataratas, não há nada mais a fazer, de fato este seu nível de cegueira já não lhe permite trabalhar, recomendo que mude as suas atividades, acostume-se na escuridão e volte para o ano, para mais um controle”! foi a sentença final de todos os especialistas que consultei em importantes centros de oftalmologia em Coimbra, Lisboa, Barcelona, Londres, Nova Iorque, Florida e São Paulo.
Perguntas e mais perguntas
Durante estes seis anos nem por um momento considerei a hipótese da cegueira, eu não podia deixar isto acontecer, os meus olhos tinham de manter-se em boas condições para receber o que as novas tecnologias poderiam desenvolver. Continuei a buscar novos caminhos e novas soluções. Foi então que percebi que era preciso entender e buscar dentro do meu coração o que eu não queria ver, enfrentar os meus medos e inseguranças e entender porque eu estava deixando de ver. Compreendi que eu já tinha as respostas e percebi que começava a trilhar um novo ciclo de vida. Transformar os meus problemas em novas oportunidades passou a ser a diretriz mestra deste novo ciclo que estou a viver.
O Tao da Visão
Com esta nova maneira de ser novos caminhos começaram a despontar: permite-me conhecer e ouvir fantásticos seres humanos que, vindos de diversas áreas e culturas, atravessaram meu caminho mostrando novos padrões, novos dentro do meu mundo interior! Foi e continua a ser um trabalho árduo mas muito gratificante: descobri as sincronicidades da vida e a importância de “primeiro esvaziar a xícara”. Fantásticas fontes de inspiração e orientação ajudaram o meu percurso: descobri novos modos de pensar, entender, ver e ser!
O I Ching e o Nei Jing foram as fontes inspiradoras do meu percurso na medicina oriental e passei a estudar as várias técnicas envolvidas no trabalho maravilhoso das “anmas” , as massagistas orientais cegas, que vêm mais pois cultivam saúde e bem estar com as mãos e descobri os milenares caminhos de cura oriental para a visão. Muitas horas de treinamento prático na clinica e centro de estudos mostrou a importância de cuidar de meu próprio corpo, mente e espirito, com a prática do Tai Chi, Chi Gong e Kikoo. Decidi tornar-me uma terapeuta, a curar com o uso das mãos. Esta decisão envolve ambos lados da consciência humana: o lado intuitivo e o racional. Comecei assim a ver também com as mãos!
Descobri a Universidade Internacional da Paz - UNIPAZ, onde aprendi e continuo a aplicar sempre a arte de viver em paz. Professores e mestres fabulosos, experiências e vivências incríveis, conferências, debates, com tantas dificuldades para me movimentar, para ver e entender, conflitos a esclarecer e limpar, enfim o despertar do meu melhor, o que me permitiu ser mais consciente e alerta sobre o mundo em que vivemos. Descobri a visão holística e comecei a ver também com o meu coração !
Em 2000, uma fantástica sequência de sincronicidades nos uniu: Meir Schneider e eu nos encontramos em Londres e não só ele disse mas provou que : “ penso que há muito que se possa fazer no campo da Autocura para melhorar a sua visão”
Foi o começo da recuperação da minha visão e de uma grande amizade. Após dois anos de trabalho árduo com os exercícios e massagens de visão e do corpo todo, em Abril de 203 com os olhos preparados, operarei as cataratas e , de novo, consegui ver uma única lua cheia e todas as cores da Primavera em flor!The School for Self-Healing, em S. Francisco, Califórnia foi o passo seguinte , com seus cursos especiais de formação e estou a completar meu estágio como terapeuta , uma Self-Healing Practitioner & Educator, sendo já reconhecida como Professora e Educadora para o Aperfeiçoamento da Visão através do Método Self-Healing, por curso de especialização nesta área.
Sócia da Associação Brasileira de Self-Healing (ABSH-Brasil), da Associação Americana de Terapeutas da Visão (USA), da Associação Italiana para a Educação da Visão(Itália), participante da 17ª Conferência em Paris, participante e conferencista da 18ªConferência em Zurique e a Organizadora Oficial e Conferencista da 19ªConferência Internacional de Visão Holística, na Ilha da Madeira em 2004 .
Na 20ª Conferência, em Genova/Itália, além de um apoio logístico para o evento, abriu a Conferência com uma apresentação conjunta com Dr. Láercio Motoryn, oftalmologista brasileiro especializado na área da Baixa Visão. A 21ª Conferência Internacional realizou-se com grande sucesso em Tutzing, próximo a Munique, Alemanha em Novembro 2007, no qual Sylvia Loretta Lakeland apresentou um trabalho inovador a partir dos resultados que obteve com seus clientes no Brasil e Portugal, durante os últimos cinco anos. Este trabalho será continuado e dados continuam a ser reunidos, pois uma nova apresentação será feita em 2009, em Liège na Bélgica, na 22ª Conferência Internacional de Visão Holística.
Praticante e professora de exercícios terapêuticos e artes corporais chinesas, tais como Lian Gong 18 movimentos, Tai Ji Qi Gong 28 movimentos, Xian Gong, Ba Dua Jin, Yi Ji Jin, Liu Qi Fa, Wu Qin Xi.
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Brasil- São Paulo: +55.11.50518152 e +55.11.95282421 lakelandsylvia@gmail.com Portugal/ Lisboa : +351.21.3885899, +351.919 488000, +351.919 937311 centrorespiratorio.rj@gmail.com