texto: Arte e Artistas no Século XX por Fayga Ostrower
> Fayga Ostrower (Lodz, 1920 — Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2001) foi uma renomada artista plástica brasileira nascida na Polônia. Atuou como gravadora, pintora, desenhista, ilustradora, teórica da arte e professora.
Vivemos em tempos contraditórios. Nunca, na história da humanidade, existiram tantos museus e exposições, tantas escolas de arte e alunos que se formam a cada ano, futuros artistas, tanta informação. E o resultado? Mediocridade. É difícil ignorar o baixo nível e a pobreza espiritual (com poucas honrosas exceções) da maioria das obras produzidas em nossa época.
Por outro lado, é igualmente difícil ignorar o crescente senso de perplexidade do público diante de tais obras, ainda mais quando acompanhadas de explicações tão grandiloqüentes quanto vazias. Algo deve estar muito errado. Sem dúvida, as pessoas sentem no íntimo - embora talvez lhes faltem palavras para defini-lo que as questões artísticas envolvem sempre questões existenciais. É esta problemática de idéias e valores que está sendo posta em discussão.
O referencial para nossas reflexões só poderá ser a própria linguagem da arte. Cabe entendê-la como sendo, desde sempre, a linguagem natural da humanidade, acessível a todos os homens - e não somente a meia dúzia de especialistas. Trata-se, em sua essência, de uma linguagem formal (ou seja, não-verbal, que não faz uso de palavras nem conceitos), constituída por formas visuais, em si expressivas e comunicativas. É uma linguagem universal, tanto no sentido de ultrapassar o período histórico e o contexto cultural em que as obras foram criadas, como também por seus conteúdos se referirem, em última instância, à própria condição humana.
Assim, todas as formas de arte incorporam conteúdos existenciais. Estes se referem à experiência do viver, a visões de mundo, a estados de ser, a desejos, aspirações e sentimentos, e aos valores espirituais da vida. Enfim, são conteúdos gerais da própria consciência humana. Atravessando séculos, sociedades e culturas, tais conteúdos continuam válidos e atuais para cada um de nós. Por isso, a arte têm esse estranho poder de nos comover tão profundamente. Ela fala a nós, sobre nós, sobre o nosso mais íntimo ser.
Sem considerar essa expressividade inerente às formas artísticas, a discussão se limitaria apenas a aspectos externos, à mera técnica, e nunca alcançaria o âmago da questão, aquilo que realmente está em jogo na arte: os valores de vida.
Aqui, porém, já surge um problema de ordem maior. Quais seriam os valores de vida, os termos de avaliação da sociedade de consumo? A julgar por sua visão de mundo, parece que o processo de evolução da espécie humana necessitou de mais de três milhões de anos para poder chegar a realizar, finalmente, sua meta gloriosa: o perfil do consumidor. Soa absurdo? Exagerado? Pois a realidade nos mostra que é assim mesmo. O mundo inteiro, material e espiritual, transformou-se num vasto mercado. Vemos que tudo, absolutamente tudo, está sendo reduzido ao nível de mercadorias a serem vendidas e compradas, consumidas o mais rapidamente possível para, logo em seguida, serem descartadas e novamente substituídas. Também os seres humanos, seu trabalho, seu potencial criador, suas obras de arte não passam de mercadorias. Compram-se e vendem-se. E tudo tem o seu preço.
O preço é a medida das coisas. Assim, proclama-se: preço é igual a valor. E ainda surgem outras equivalências: novidade é igual a criatividade, originalidade é igual a sensacionalismo.
Cabe entender, porém, que tais equivalências não existem. Preço não é igual a valor. Qualquer que seja o preço, ele representa apenas um dado circunstancial e artificial. Unicamente o valor é real, qualidade autêntica e inerente à própria realização de algo. Quando nos referimos a valores, falamos de conquistas de nossa consciência, de nosso ser sensível e afetivo.
Solidariedade, compaixão, dignidade, respeito, inteligência, o amor e a ternura, a ética integrando a estética e, sobretudo, nosso mundo de imaginação e criatividade - estes são valores. Não têm preço. Não são compráveis nem vendáveis. Precisam ser conquistados por cada pessoa nos seus encontros com a vida e seus desafios.
Nem a novidade é igual à criatividade. Nas obras de arte, o novo representa apenas um aspecto secundário, que acompanha o criativo. Toda criação contém em si algo de novo, de imprevisível e mesmo de inesperado, antes de existir. Mas a equação não pode ser invertida. Nem todo novo é criativo. E a simples novidade se esgota no primeiro instante em que for percebida, ao passo que o criativo sempre se renova e se reestrutura dentro de nós. Cézanne pintou a montanha Sainte Victoire mais de cento e vinte vezes. Ele não estava à procura de novidades. Porém, em sua busca incansável, cada quadro representou um novo começo, um aventurar-se no desconhecido, com novas criações. Quando vemos essas obras, a excitação de suas descobertas perpassa nosso olhar e algo novo se reestrutura dentro de nós.
Tampouco se deve confundir originalidade com sensacionalismo. Cada pessoa é um indivíduo único. Portanto, bastaria ser autêntico e verdadeiro consigo mesmo, para ser original. Nada mais do que isso. A originalidade vem de dentro. Já o sensacionalismo...
Os valores mercadológicos em nada correspondem a critérios e valores artísticos. Na arte, tanto a motivação como o sucesso são de naturezas totalmente diferentes. Por mais importante que o sucesso de mercado seja para a vida material das pessoas, ele nem sempre significa o verdadeiro sucesso e a realização de um artista. Estes serão aferidos pelo desenvolvimento e crescimento estilístico em suas obras.
A profunda crise de valores por que passa nossa sociedade manifesta-se também, como não poderia deixar de ser, na arte. Podemos observá-la nos diversos estilos e, sobretudo, na postura de artistas diante de seu próprio fazer. Ou seja, diante de si mesmos.
Até a metade do século XX, embora criando em diferentes estilos figurativos e abstratos, como cubismo, dadaísmo, expressionismo, surrealismo , concretismo e abstracionismo livre, encontramos em todos os artistas uma atitude de empatia, de identificação afetiva com a linguagem da arte. Não só se cuidava em preservar a integridade física da obra, como também se enaltecia o caráter altamente sensual da matéria pictórica, suas formas e cores.
É justamente a sensualidade das linguagens artísticas - pintura, música, dança, arquitetura, ou também poesia que as distingue de linguagens conceituais, como, por exemplo, a filosofia ou a matemática. Encanta-nos ver cores, ouvir sons, perceber movimentos e ritmos. Ainda que física, a sensualidade torna-se uma qualidade espiritual. Vale frisar ainda que a identificação do artista com sua matéria, o fascínio que ela exerce sobre o seu ser sensível e inteligente, estimulando o potencial imaginativo este diálogo apaixonado entre criação e criador, é que constitui a única, legítima e mais poderosa motivação para alguém querer criar.
Porém, se nas décadas iniciais, a atitude dos artistas era construtiva em sua busca de novas A busca de novas formas formas expressivas, ela passa a ser destrutiva segunda metade do século XX.
Evidentemente, há razões para isso. De fato, somos testemunhas de um processo paradoxal. Os espetaculares avanços da tecnologia deveriam enriquecer as pessoas, material e também espiritualmente. No sentido humanista, deveriam permitir uma vida mais plena cada um realizando sua personalidade através da realização de suas potencialidades criativas. Ao invés disso, tais avanços antes parecem empobrecer o ser sensível e espiritual das pessoas. O problema não está na tecnologia em si. Acontece que na visão da sociedade de consumo, o homem não passa de um mini-robô a ser transformado em maxi-robô. Assim será perfeito. Não mais pensará nem perguntará. Apenas consumirá. E nada de sensibilidade, faz favor, que não está no programa.
Não é de se admirar, então, que na arte venham surgir tendências que reflitam essa mentalidade. Elas procuram destituir as formas de arte de suas qualidades mais nobres e humanizadoras. Em vez de empatia e busca criativa de novas possibilidades formais da matéria, a postura agora é de indiferença, crescente desamor e até agressividade, chegando às raias de ódio pela matéria do seu fazer.
Propaga-se que não existem mais critérios na arte. No movimento conhecido como pop art, vemos a linguagem artística banalizada, sua riqueza e complexidade reduzidas ao simplório e rebaixadas ao nível de mero jargão publicitário. Isso é acompanhado pela mais perfeita hipocrisia ao se explicar ao público esse empobrecimento como um generoso ato de democratização e popularização da arte. Haja vista a obra de Andy Warhol que , em termos artísticos, nunca passou de uma mediocridade, embora tenha sido um gênio do marketing.
Na arte conceitual, as formas só existem no âmbito do imaginário, das idéias e conceitos. Basta pensá-las, e eventualmente ilustrá-las mediante fotografias ou instalações sugestivas. Porém, fica tudo no nível de associações de conceitos. O próprio ato criativo, a ação de elaborar formas visuais que sejam expressivas em si, é abolido. Assim, não há co m o avaliar qualidades artísticas ou seus significados, além de um certo aspecto decorativo que tenham. Muito menos há a possibilidade de se verificar um desenvolvimento estilístico. Tudo permanece como (boas?) intenções.
A propósito, a linguagem artística nunca é ilustrativa, quer seja de objetos , quer de conceitos, nem mesmo de conceitos artísticos. Ela é expressiva. Os pintores renascentistas, por exemplo, não conceituaram, antes, o que depois seria o estilo do Renascimento, para, então, pintá-lo. Primeiro, vieram as obras. Mais tarde houve quem analisasse e conceituasse os princípios formais do estilo e seus conteúdos expressivos. Na arte, a conceituação nunca poderá substituir o próprio ato de fazer.
Já em outras tendências, exibem-se matérias de modo repulsivo, introduzindo elementos que jamais poderiam ser formalmente elaborados em termos de uma linguagem: excrementos, feridas com sangue e pus (body art), cadáveres em estado de putrefação, e assim por diante . Quanto mais nojentos, tanto mais de vanguarda e pra frente se julgam os autores de tais obras. Ainda recentemente, houve o caso de um artista que mandou cortar um boi ao meio, colocar cada metade, com tripas e intestinos in natura, dentro de uma caixa de acrílico com formol, e enviá-las para a Bienal de Veneza. Lá foram expostas como obras de arte. Não posso imaginar em que sentido isto possa acrescentar algo à sensibilidade de uma pessoa ou enriquecer sua experiência de vida e arte. Só posso pensar que o autor deva ser um a pessoa bastante doente. E os curadores, despejando toneladas de profundos pensamentos metafísicos a respeito? E o diretor da Bienal, que aceitou tais obras?
Em tais manifestações, sem enfoque e sem sentido formal, é possível que se trate de uma problemática de ordem pessoal, de exibicionismo doentio ou de drogas. Ou ainda de alguma forma de suicídio. Mas suicidar - se não é um ato artístico. E destruir, sem colocar nada em seu lugar, não tem significado algum na arte, não passa de mero vandalismo.
Cabe frisar também, que não há nisto tudo a mais leve intenção de questionamento ou crítica e, muito menos, a possibilidade de se encontra como alguns pretendem, de uma arte de contestação. É apenas um sensacionalismo a todo custo e do mais baixo nível, pour épater les bourgeois, traduzindo a expressão que se tornou famosa, para chocar os burgueses. Acontece, porém, que a burguesia não é mais chocável. Não há nada que ainda possa chocá-la. Esses vanguardistas, ousados desbravadores do futuro, chegaram atrasados. A mídia já se encarregou de liquidar com os últimos escrúpulos estéticos e éticos.
Nesse rumo, só restaria a destruição física total. De fato, é o que está acontecendo. A fim de chamar atenção, retalha-se, despedaça-se, incinera-se tudo, destruindo tanto a imagem como seu suporte. Só assim poderá alguém ser considerado moderno, ou pós-moderno, ou contemporâneo ou, melhor ainda, pós-trans-vanguardista.
Agora, o outro lado da medalha: quando se proclama que hoje não existem mais critérios artísticos, quando qualquer coisa passa; portanto, quando não se consegue mais distinguir entre arte e não-arte, então também não se consegue saber quem são os bons artistas que existem em todos os países. Raramente eles são encontrados nas galerias do grande circuito internacional. Estas inventaram seu próprio Olimpo e realmente acham que, através de jogadas de marketing, adquiriram poderes supremos para criarem artistas e decretarem o que é arte leia-se, grife, a última moda da estação. Eu conheço alguns bons artistas. Não foram considerados bastante interessantes para o marketing das galerias. Mas e daí? Isto não os torna menos sérios, menos criativos, menos artistas. Penso que, nos dias de hoje, Cézanne não teria a menor chance. Ele é sério demais.
Ebony and Ivory - Paul McCartney and Stevie Wonder
Ebony and Ivory (Ébano e marfim) - (1982) Canção de Paul McCartney, realizada com Stevie Wonder. Foi lançada em 29 de Março desse ano. Resumidamente, a canção é sobre o ébano (preto) e marfim (branco) teclas de piano, mas também fala da integração e harmonia racial de maneira mais profunda. O título foi inspirado por McCartney ouvindo Spike Milligan dizer "notas pretas, notas brancas, e você precisa tocar as duas pra fazer harmonia, gente!". A canção está no album de McCartney Tug of War. A canção chegou ao número um no Reino Unido em 1982. Embora escrita por McCartney sozinho, e foi realizada ao vivo no estudio por McCartney junto com Stevie Wonder, porém devido aos conflitos de horário de trabalho, ambos gravaram suas partes no vídeo musical separadamente (como é explicado pelo Paul em seu comentário "The McCartney Years", conjunto embalado de 3 DVDs). "Ebony and Ivory" ficou durante sete semanas em 1º lugar em Billboard Hot 100, e foi o quarto maior hit de 1982. Para McCartney, a canção atigiu o topo dos gráficos de qualquer obra sua pós-Beatles, e segunda mais longa da carreira (atrás de "Hey Jude" com Os Beatles)
Uma das diferenças principais entre as azáleas e as demais espécies de rododendros é seu tamanho e crescimento da flor. Os rododendros desenvolvem inflorescências, enquanto a maioria das azáleas têm floradas terminais - uma para cada talo. Apesar disso, brotam tantos talos que durante as estações em que florescem formam uma sólida massa colorida que variam entre magenta, vermelho, laranja, cor de rosa, amarelo, lilás e branco.
As flores híbridas de azálea se desenvolvem durante centenas de anos. Essas mudanças genéticas feitas pelo ser humano produziram mais de 10 mil espécies cultivadas. Também podem ser recolhidas e germinadas as sementes.
Estas plantas precisam de um solo bem drenado e uma exposição sombreada e fresca. O uso de fertilizantes é optativo. Algumas das espécies demandam podas regulares. (fonte wikipédia)
Iniciando as atividades do 2º semestre de 2008 do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz, com a realização do 66º Fórum Temático, cujo tema Sociedade de consumo: qual o próximo passo? será apresentado pelo Dr. Hélio Mattar, referência nacional em questões de desenvolvimento sustentável, consumo consciente e cidadania participativa. O fórum acontece na terça-feira, 5 de agosto, 19 horas, no auditório do MASP - Museu de Arte de São Paulo, Avenida Paulista, 1578, estação Trianon-MASP do metrô, com entrada franca. A programação completa segue abaixo.
Solicitamos sua colaboração no sentido de disponibilizar as informações deste Fórum, cujo tema aponta para uma das grandes questões apresentadas pela ONU nas
É bom lembrar que qualquer pessoa pode tornar-se um multiplicador de comportamentos e atitudes edificantes, e que hoje precisamos de muitas iniciativas, esforços criativos e participação genuína.
Antecipadamente damos as boas-vindas a um novo semestre de convivialidade e entusiasmo em torno da Cultura de Paz - propósito que ora nos aproxima.
66º Fórum do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz
parceria: UNESCO – Palas Athena
Sociedade de consumo: qual o próximo passo?
a cargo do Dr. Helio Mattar
As últimas 5 ou 6 décadas foram marcadas pela assim chamada sociedade de consumo, o modelo econômico de produção em massa de bens e serviços que tem determinado a cultura contemporânea – ao menos para a parcela da humanidade que tem acesso ao consumo, cerca de um quarto da população mundial.
Ambientalmente insustentável, socialmente injusta, economicamente concentrada e individualmente desumanizadora, a economia centrada no consumo de bens materiais tem se confrontado com o risco cada vez mais iminente de um grave desequilíbrio na ecologia planetária e no agravamento das tensões sociais provocadas pelas crescentes desigualdades.
Não faltam evidências de que o atual modelo de consumo traz em seu cerne um paradoxo: o sistema econômico voltado a preencher os desejos humanos gera grande insatisfação, mesmo naqueles que dele mais se beneficiam. Altos níveis de consumo não necessariamente levam a mais segurança e bem-estar.
Neste contexto, como quebrar o círculo vicioso de produção e consumo, hegemônico no mundo atual, para outro modelo mais humano e mais sustentável? De onde virão as mudanças?
É disto que o palestrante, Diretor-Presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, tratará neste fórum, visando provocar reflexão e levantar questionamentos sem a pretensão de dar respostas definitivas a esta complexa e abrangente discussão.
HELIO MATTAR é Diretor-Presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Formado em Engenharia da Produção pela USP, obteve os graus de mestre e doutor pela Universidade de Stanford. Foi executivo de empresas multinacionais e nacionais, bem como de seus próprios negócios, durante 22 anos. Foi Secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Foi um dos fundadores do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. É membro de diversos Conselhos de empresas e de organizações sociais brasileiras e internacionais.
ENTRADA FRANCA
5 de agosto de 2008 • terça-feira • 19 horas Auditório do MASP • Museu de Arte de São Paulo Av. Paulista, 1578 - São Paulo - SP (Estação Trianon-Masp do Metrô) Informações: Palas Athena (11) 3266-6188
Programa Sentidos: inclusão, diversão e informação, por meio de entrevistas e reportagens sobre o terceiro setor e a inclusão social de pessoas com deficiência.
Depois de assistir o programa Sentidos desta semana, você vai olhar a vida com outros olhos e, com certeza, o seu conceito de deficiência vai mudar. Quer apostar?
Você confere esta semana no TV Sentidos:
Mais do que força de vontade. Jovem com Paralisia Cerebral conclui a faculdade de Direito, e passa no difícil exame da OAB. No quadro Aprenda Libras, o intérprete, Vinícius Nascimento, ensina os sinais dos meios de transporte mais comuns em uma cidade grande. REDIRECIONE E ASSISTA O 1º BLOCO
Melhor amigo do homem. Cachorros treinados são facilitadores em tratamentos da AVAPE, e ajudam pessoas com deficiência a serem mais independentes. No Minuto AVAPE, a Fonoaudiologia, a ciência que trata os distúrbios da comunicação. REDIRECIONE E ASSISTA O 2º BLOCO
Vitrine do fundo do mar. Aquário de São Paulo passa por reestruturação e oferece uma viagem ao mundo subaquático acessível a todos. E ainda, o Quadro Fala Sério, com uma crônica sobre superproteção. REDIRECIONE E ASSISTA O 3º BLOCO
O programa Sentidos mostra ações sociais realizadas por pessoas que trabalham a favor de um país mais justo, inclusivo e que não esperam somente por iniciativas do poder público, mas se juntam para buscar qualidade de vida e diminuir as diferenças. Produzido pelo núcleo de tv da AVAPE – Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais em parceria com o Canal Net Cidade, da operadora de TV a cabo NET, o programa Sentidos também destaca as atividades das pessoas com deficiência nas áreas de lazer, educação, cultura, saúde, esporte e trabalho.
O programa Sentidos é semanal, veiculado pelos canais NET Cidade, da operadora de TV a cabo NET nos seguintes horários:
Região do ABC, Canal 12, segunda-feira às 19h
Franca, Canal 15 ,segunda-feira às 16h
Americana, Canal 21, segunda-feira às 19h30 Araçatuba, Canal 21, segunda-feira às 19h Arararaquara, Canal 21, segunda-feira às 19h
Baixada Santista, Canal 10, segunda-feira às 19h Bragança Paulista, Canal 21, segunda-feira às 19h
Itapetininga, Canal 21, segunda-feira às 19h
Jundiaí, Canal 23 ,segunda-feira às 20h Manaus – AM, Canal 21, segunda-feira às 19h30 Mogi das Cruzes, Canal 10, segunda-feira às 21h São José dos Campos, Canal 10, segunda-feira às 19h
Sorocaba, Canal 16, segunda-feira às 20h
Taubaté, Canal 21, segunda-feira às 19h
Informações, sugestões, dúvidas e como adquirir cópias do arquivo da TV Sentidos:
Núcleo de TV AVAPE – Sentidos Telefones: (11) 4433-5009 e 4433-5075 E-mail: programasentidos@avape.org.br
Oh! Pacato Cidadão! Eu te chamei a atenção Não foi à toa, não C'est fini la utopia Mas a guerra todo dia Dia a dia, não...
E tracei a vida inteira Planos tão incríveis Tramo a luz do sol Apoiado em poesia E em tecnologia Agora à luz do sol...
Pra que tanta TV Tanto tempo pra perder Qualquer coisa que se queira Saber querer Tudo bem, dissipação De vez em quando é "bão" Misturar o brasileiro Aaaaai! Com alemão Pacato Cidadão! É o Pacato da Civilização...
Oh! Pacato Cidadão! Eu te chamei a atenção Não foi à toa, não C'est fini la utopia Mas a guerra todo dia Dia a dia, não...
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Pra que tanta sujeira Nas ruas e nos rios Qualquer coisa que se suje Tem que limpar Se você não gosta dele Diga logo a verdade Sem perder a cabeça Sem perder a amizade...
Pacato Cidadão! É o Pacato da civilização Pacato Cidadão! É o Pacato da civilização...
Oh! Pacato Cidadão! Eu te chamei a atenção Não foi à toa, não C'est fini la utopia Mas a guerra todo dia Dia a dia, não...
E tracei a vida inteira Planos tão incríveis Tramo a luz do sol Apoiado em poesia E em tecnologia Agora à luz do sol...
Consertar o rádio E o casamento é Corre a felicidade No asfalto cinzento Se abolir a escravidão Do caboclo brasileiro Numa mão educação Na outra dinheiro...
Pacato Cidadão! É o Pacato da Civilização Pacato Cidadão! É o Pacato da Civilização...(2x)
Pacato Cidadão! É o Pacato Da Civilização! Da Civilização!
Clipe da Banda 'Harmonia Enlouquece' - música Sufoco da Vida.
Grupo Musical do Centro Psiquiátrico Rio de Janeiro (CPRJ)
Lançado em 2001, o primeiro CD do grupo, "Harmonia Enlouquece", foi bem recebido pela crítica. Oito anos depois, o segundo disco ganhou um ar mais profissional. Graças aos cachês dos shows e a um prêmio recebido da Funarte – dentro do Programa Arte sem Barreiras – o grupo comprou uma mesa de som, alugou um estúdio e gravou as 14 faixas. Uma das músicas, "A balada da Socorro", é uma homenagem a uma paciente já falecida do CPRJ que era adepta da luta antimanicomial.
- A banda cria um ambiente familiar, além de impulsionar a aplicação da política de humanização no CPRJ. Nosso trato com o doente psiquiátrico precisa ser, antes de tudo, com muito carinho e dedicação. Já conquistamos bons resultados no tratamento de alguns pacientes. Música também faz bem para a saúde – conta o psiquiatra Francisco Sayão, o Kiko, violonista e backing vocal da banda.
O Harmonia já participou de algumas edições do "Loucos por Música" - um projeto criado em 2005 que luta pela inclusão de portadores de distúrbios mentais – abrindo shows como os de Zélia Duncan e do Cidade Negra.
O grupo musical Harmonia Enlouquece - formado por pacientes e funcionários do Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro
Vídeo promocional do projeto "Loucos por Música". Evento realizado em maio de 2007 com a participação de Zelia Duncan, Gilberto Gil, Cidade Negra e Harmonia Enlouquece.
Como você deve comportar-se diante de uma pessoa que...
USE CADEIRA DE RODAS
Não segure nem toque na cadeira de rodas. Ela como que faz parte do corpo da pessoa, apoiar-se na cadeira é o mesmo que apoiar-se ou encostar-se na pessoa.
Se você deseja, ofereça ajuda, mas não insista. Se precisar de ajuda, ele(a) aceitará seu oferecimento e lhe dirá o que fazer. Se você forçar esta ajuda, isso poderá às vezes até mesmo causar insegurança.
Não tenha receio de usar palavras como Caminhar ou Correr. Os portadores de deficiência também as usam.
Quando você e uma pessoa portadora de deficiência física quiserem sair juntos, preste atenção para eventuais barreiras arquitetônicas, ao escolherem um restaurante, uma casa, um teatro ou outro lugar que visitarem.
Se a conversa durar mais que alguns minutos, sente-se, se possível, de modo a ficar do mesmo nível do seu olhar. Para uma pessoa sentada não é confortável ficar olhando para cima durante um período relativamente longo.
Não estacione seu automóvel em lugares reservados às portadores de deficiência física. Tais lugares são reservados por necessidade e não por conveniência. O espaço reservado é mais largo que o usual, afim de permitir que a cadeira de rodas fique ao lado do automóvel e o portador de deficiência física possa sair e sentar-se na cadeira de rodas, e vice-versa; além disso, o lugar reservado é próximo à entrada de prédios para facilitar o acesso dessas pessoas.
Ao ajudar um portador de deficiência física a descer uma rampa inclinada, ou degraus altos, é preferível usar a marcha ré, para evitar que, pela excessiva inclinação, a pessoa perca o equilíbrio e possa cair para frente.
USA MULETAS
Acompanhe o ritmo da marcha.
Tome cuidados necessários para que ele(a) não tropece.
Deixe as muletas sempre ao alcance das mãos
É PORTADORA DE DEFICIÊNCIA VISUAL (PESSOA CEGA)
Ofereça sua ajuda sempre que um cego(a) parecer necessitar.
Mas não ajude sem que ela concorde. Sempre pergunte antes de agir. Se você não souber em que e como ajudar, peça explicações de como fazê-lo. Para guiar uma pessoa cega, ela deve segurar-lhe pelo braço, de preferência no cotovelo ou ombro. Não a pegue pelo braço; além de perigoso, isso pode assusta-la. À medida que encontrar degraus, meios fios e outros obstáculos, vá orientando-a Em lugares muitos estreitos para duas pessoas caminharem lado a lado, ponha seu braço para trás de modo que a pessoa cega possa lhe seguir. Ao sair de uma sala informe o (a) cego (a); é desagradável para qualquer pessoa falar para o vazio. Não evite palavras como cego, olhar, ou ver; os (as) cegos (as) também as usam.
Ao explicitar direções para uma pessoa cega, seja o mais claro e especifico possível. Não se esqueça de indicar os obstáculos que existem no caminho que ele vai seguir. Como algumas pessoas cegas não tem memória visual, não se esqueça de indicar as distâncias em metros (p. ex. uns vinte metros para frente ). Mas se você não sabe corretamente como direcionar uma pessoa cega, diga algo como eu gostaria de lhe ajudar. Mas como é que devo descrever essas coisas? Ele (a) lhe dirá.
Ao guiar um (a) cego (a) para uma cadeira, guie a sua mão para o encosto da cadeira, e informe se a cadeira tem braços ou não. Num restaurante, é de boa educação que você leia o cardápio e os preços.
Uma pessoa cega é como você, só que não enxerga; trate-a com o mesmo respeito que você trata uma pessoa que enxerga.
Quando você estiver em contato social ou trabalhando com pessoas portadoras de deficiência visual, não pense na cegueira possa vir a ser problema e, por isso, nunca as exclua de participar plenamente, nem procure minimizar tal participação. Deixe que decidam como participar. Proporcione à pessoa cega a chance de ter sucesso ou de falhar, tal como qualquer outra pessoa.
Quando são pessoas com visão subnormal (alguém com serias dificuldades visuais), proceda com o mesmo respeito, perguntando-lhe se precisa de ajuda, quando notar que ela está em dificuldades.
É PORTADORA DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA (PESSOA SURDA)
Fale claramente, distinguido palavra por palavra, mas não exagere. Fale com velocidade normal, salvo quando for pedido para falar mais devagar.
Cuide para que o(a) surdo(a) enxergue sua boca. A leitura dos Lábios fica impossível se você gesticula, segura alguma coisa na frente dos seus próprios lábios, ou fica contra a luz.
Fale com o tom normal da voz, a não ser que lhe peçam para levantar a voz.
Gritar nunca adianta.
Seja expressivo. Como os surdos não podem ouvir as mudanças sutis do tom de sua voz indicando sarcasmo ou seriedade, a maioria deles(as) lerão suas expressões faciais seus gestos ou os movimentos do seu corpo para entender o que você quer comunicar.
Se você quer falar a uma pessoa surda, chame a atenção dela, seja sinalizando com a mão ou tocando no seu braço. Enquanto estiverem conversando, mantenha contato visual; se você olhar para outro lado enquanto está conversando, o(a) surdo(a) pode pensar que a conversa terminou.
Se você tiver dificuldades para entender o que uma pessoa surda esta falando, sinta-se à vontade para Edir que ela repita o que falou. Se você ainda não entender, peça-lhe para escrever. O que interessa é comunicar-se com a pessoa surda. O método não é o que importa.
Se o(a) surdo(a) está acompanhado(a) por interprete, fale diretamente à pessoa surda, não ao interprete.
Ao planejar um encontro, lembre-se que os avisos visuais são úteis aos participantes surdos. Se está previsto um filme, providencie um script por escrito, ou um resumo do conteúdo do filme, se não tiver legenda.
TEM PARALISIA CEREBRAL
A pessoa com paralisia cerebral anda com dificuldade ou não anda, pode ter problemas de fala. Seus movimentos podem ser estranhos ou descontrolados.
Pode, involuntariamente apresentar gestos faciais incomuns, sob a forma de caretas. Geralmente, porém, trata-sede uma pessoa inteligente e sempre muito sensível ela sabe e compreende que não é como os outros.
Para ajudá-la, não a trate bruscamente. Adapte-se ao seu ritmo. Se não compreender o que ela diz, peça-lhe que repita: ELA O COMPREENDERÁ. Não se deixe impressionar pelo aspecto. Aja de forma natural.. . sorria.. . é uma pessoa igual a você.
É PORTADORA DE DEFICIÊNCIA MENTAL
Cumprimente a pessoa com deficiência mental de maneira normal e respeitosa, não se esquecendo de fazer o mesmo ao se despedir. As pessoas com deficiência mental são, em geral, bem dispostas, carinhosas e gostam de se comunicar.
Dê-lhes atenção, dirigindo-lhes palavras como: que bom que você veio, gostamos quando você vem nos visitar, tentando manter a conversa até onde for possível.
Seja natural. Evite a superproteção. A pessoa com deficiência mental deve fazer sozinha tudo o que puder; ajude-a quando realmente for necessário.
Lembre-se: deficiência mental pode ser conseqüência de uma doença, mas não é uma doença; é uma condição de ser. Nunca use a expressão doentinho (a) ou bobinho (a) quando se dirigir ou se referir a uma pessoa com deficiência mental.
Não se esqueça:
Deficiência mental não é doença mental.
Uma pessoa portadora de deficiência mental é, em primeiro lugar, uma pessoa.
Enquanto for criança, trate-a como criança. Quando for adolescente ou adulto, trate-o como tal.
VOCÊ NÃO ENCONTRA PESSOA COM ESSES PROBLEMAS POR QUE?
Porque não podem andar de ônibus e outros veículos que as conduzam a lugares públicos.
Porque não recebem formação profissional para integrar-se ao trabalho
Porque a sociedade as esconde
E VOCÊ, O QUE PODE FAZER?
Faça-lhe companhia
Ajude-as a viajar e transportar-se
Ajude-as a estudar e encontrar um emprego
Inclua-as nos seus divertimentos
Quando você emprega pessoas, dê à pessoa portadora de deficiência o mesmo tratamento que você dá a todos os demais candidatos.
SE VOCÊ DESEJA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE ESSAS PESSOAS PROCURE AS ENTIDADES DE E PARA PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIENCIA DA SUA CIDADE.
Filatelia é o estudo e o colecionismo de selos postais e materiais relacionados. A filatelia tem várias áreas de estudo, a saber:Filatelia Tradicional, História Postal, Pré-Filatelia, Marcofilia, Inteiros Postais, Filatelia Temática, Aero-Filatelia, Astro-Filatelia, Maximafilia, Filatelia Juvenil, Literatura Filatélica, Selos Fiscais, Classe Aberta e Um Quadro.
O objetivo deste hobby é selecionar selos para compor uma coleção que pode ser geral ou temática. Existem coleções que além dos selos possui informações sobre o tema, parâmetro utilizado por muitas pessoas nas coleções temáticas.
Enquanto entre as coleções gerais, pode-se dizer que se dividem em Mundo e país. É frequente encontrar coleções com apenas selos de um país, assim como de qualquer lugar do mundo. Quando não seguem nenhum critério este tipo de coleção é usual entre iniciantes.
Apesar de diferenças entre os vários tipos de coleções, além do que foi dito, um único ideal une os filatelistas de todo o mundo: a vontade de conhecer mais sobre um lugar, objeto, pessoa, país, etc. É o conhecimento que estimula os filatelistas a continuar com seu hobby apesar da diminuição das correspondências via Correios.
A filatelia, o mais popular de todos os passatempos, ainda está em alta mundialmente: conta com cerca de 30 milhões de adeptos e movimenta aproximadamente U$ 16 bilhões de doláres por ano. No Brasil, terceiro país do mundo que emitiu selos, essa atividade é tida como uma das mais ricas do planeta, onde o famoso Olho-de-boi, precursor da filatelia brasileira, foi impresso em 1843.
A Inglaterra, terra que criou o selo no século XIX, em 1840, também se destaca com a Exposição Filatélica Mundial, evento que acontece a cada dez anos. (A última exposição foi no ano de 2000). Em 1856, o selo, também em Londres, surgiu pela primeira vez como passatempo e atividade comercial, com a abertura da casa filatélica Stanley Gibbons considerada a equivalente ao Índice Dow Jones, uma vez que ela realiza avaliações de preços de selos em nível mundial.
A atividade não é apenas lúdica e continua cada vez mais valorizada: a quadra (quatro selos juntos) com a imagem do avião Jenny, o selo mais caro dos Estados Unidos, foi vendida há pouco por quase US$ 3 milhões. A popularidade do setor também anda de vento em popa, graças à internet: ao digitar-se a palavra filatelia no Google, pode-se contemplar mais de 2,6 milhões de páginas, fora a palavra philately, que rende 2,1 milhões de sítios adicionais. Se a busca for restrita ao Brasil, chega-se ao número também significativo de 205 mil. Somente o site da Stanley Gibbons conta mensalmente com 30 milhões de visitas. (FONTE WIKIPÉDIA)
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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FILATELIA TEMÁTICA >>>
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A ILUSÃO DE ÓTICA FAZ PERCEBER O QUE PARECE SER UMA 'CABEÇA DE SERPENTE' ENROLADA NO TRONCO.
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Horóscopo Chinês
São ainda misteriosas as origens exatas dos doze animais da astrologia chinesa: Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Carneiro, Macaco, Galo, Cão e Porco. Mas esses animais continuam importantes para a astrologia chinesa e seu significado é muito mais amplo do que simplesmente representar a tendência geral do ano ou as possibilidades de felicidade ou infortúnio que nos aguardam. Os doze animais que são os signos da astrologia chinesa são considerados como um reflexo do próprio Universo.
Os chineses medem a passagem do tempo com ciclos de sessenta anos. Os doze animais astrológicos aparecem cinco vezes durante o ciclo de sessenta anos, surgindo de forma ligeiramente diferente a cada vez. E então, a qual signo você pertence? Qual o seu caráter? Quais os signos compatíveis com o seu? Para saber mais sobre o assunto, aponte para o signo que corresponda ao ano em que você nasceu.
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EU SOU SERPENTE... E VOCÊ ???
Serpente (She)
Os nativos de serpente: São pensadores profundos e talvez devido a isso não se expressem bem com os outros e prefiram confiar na sua própria sabedoria inata. A Serpente é um signo cármico, por isso deve se cuidar, pois sua vida pode acabar em triunfo ou tragédia, só depende das ações passadas dele.
As pessoas que nasceram sob o signo de Serpente odeiam futilidade, e preferem se entregar a própria filosofia. Maioria das vezes a filosofia deles é realmente a mais acertada.
Compatibilidade com os outros signos: Rato - Compatíveis, união satisfatória. Boi - Boa Compatibilidade, possibilidade de laços permanentes. Tigre - Incompatíveis, suspeitas mútuas. Coelho - Compatíveis, laços harmoniosos. Dragão - Muito compatíveis, simpatia mutua. Serpente - Compatíveis, compreensão mutua. Cavalo - Não muito compatível, relações distantes. Carneiro - Compatibilidade razoável, boa apenas quando conveniente. Macaco - Não muito compatível, sem comunicação. Galo - Compatibilidade excelente, união bem sucedida. Cão – Compatíveis , sem muitos conflitos. Porco - Incompatíveis, conflitos constantes.
Horas Governadas Pela Serpente: 9h às 11h
Elementos:
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Peneire todos os ingredientes e misture muito bem. Coloque 2 a 3 colheres (chá) desta mistura, o capuccino, em uma xícara de café e jogue água fervendo. Misture bem e está pronto o melhor capuccino que já tomei. Adoce, se achar necessário.
Os tradicionais filmes de artes marciais, produzidos na China e populares mundialmente principalmente nos anos 60 e 70, formam a principal fonte de inspiração de Kung Fu Panda. Num momento em que a China está em alta não somente pelo crescente poder econômico, mas também pelas Olimpíadas, a animação inspira-se nas tradicionais artes marciais do país, na cultura, paisagens e arquitetura para encher os olhos do espectador com cores, cenas deslumbrantes e um protagonista adorável.
O título é auto-explicativo: Kung Fu Panda é sobre um urso panda que sonha em praticar kung fu. Mas Po (voz de Jack Black na versão original e de Lúcio Mauro Filho nas cópias dubladas) é gigante e destrambelhado, o que o impede de praticar a luta. Po sonha em ser um lutador, mas o tamanho e o trabalho como auxiliar de seu pai (uma ave, aliás) no restaurante especializado em macarrão o impedem de seguir em frente com o desejo.
Po idolatra os Cinco Furiosos - grupo que reúne os melhores lutadores da China: Tigresa (Angelina Jolie na versão original e Juliana Paz na dublada), Macaco (dublado por Jackie Chan na versão original), Víbora (Jackie Chan), Garça (David Cross) e Louva-Deus (Seth Rogen) - como se fosse um adolescente adorando uma banda de rock-and-roll. Quando o mestre Shifu (dublado por Dustin Hoffman) sonha que o vilão Tai Lung (Ian McShane) pode escapar da prisão, o maior mestre de todos, a tartaruga anciã Oogway (Randall Duk Kim) escolhe Po como o escolhido a perpetuar uma antiga profecia, o que o leva a ter a chance de concretizar seu sonho e treinar ao lado dos seus ídolos. Pena que ninguém acredita nele. Nem ele mesmo.
A animação digital de Kung Fu Panda foi filmada em CinemaScope, um formato de filme utilizado de 1953 à 1967, ou seja, também nos filmes clássicos de artes marciais. Além disso, os animais que formam os Cinco Furiosos representam estilos de lutas que realmente existem no kung fu, que possui estilos inspirados em movimentos dos animais. Tamanha precisão ao retratar este universo inclui pesquisas que começaram há cinco anos, envolvendo toda a estética chinesa. Os produtores também tiveram aulas de kung fu e maratonas de filmes do gênero para entender os movimentos que deveriam imprimir nos personagens da animação.
O resultado é uma animação produzida com excelência. Além de ter personagens carismáticos - em especial o protagonista -, Kung Fu Panda soa como uma homenagem à altura aos filmes de kung fu. Os movimentos dos personagens, a direção e a forma como as câmeras se movimentam entre os grandiosos cenários criados para o longa-metragem remetem sempre às produções do gênero. O longa também carrega uma mensagem edificante - ponto essencial em qualquer animação, especialmente por conta do público infantil que elas atraem - e cores, muitas cores, de encher os olhos dos pequenos (e grandes também). Tecnicamente, a animação é muito bem feita e a construção dos personagens é tão minuciosa que detalhes como texturas e pêlos ganharam toda a atenção da equipe, comandada pelos estreantes na direção de longa em animação John Stevenson e Mark Osborne.
Kung Fu Panda traz não somente uma história divertida, mas também é vitorioso na reunião de todos os elementos essenciais para deixar a marca do panda Po no rol das animações mais divertidas já feitas.
Kung Fu Panda (Kung Fu Panda, EUA, 2008)
Diretor: Mark Osborne e John Stevenson Vozes na versão original de: Jackie Chan, Jack Black, Dustin Hoffman, Lucy Liu, Ian McShane, Angelina Jolie e David Cross. Produção: Melissa Cobb Roteiro: Jonathan Aibel e Glenn Berger Fotografia: Yong Duk Jhun Trilha Sonora: Hans Zimmer Estúdios: DreamWorks Animation e Pacific Data Images (PDI) Distribuidora: Paramount Pictures Brasil