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    FRIO PRA CACHORRO

    ESTE É O SAM, UM ADORÁVEL BASSET HOUND QUE PASSEIA COM A ADESTRADORA DENISE, NUMA PRAÇA DE SÃO PAULO.

    SAM TORNOU-SE AMIGO DE TODOS OS FREQÜENTADORES DO LOCAL. E NESTE DIA DE INTENSO FRIO, FOI PROTEGIDO COM UM ADORNO ESPECIAL, QUE, AO INVÉS DE INCOMODÁ-LO, DEIXOU-O MAIS ELEGANTE E IRRESISTÍVEL...RS

    ESTIVE LÁ PARA REGISTRAR...

    VERA ~ ARTE BRASILIS

    (direitos de imagem preservados - não reproduzir sem autorização)

     

     O Basset Hound ou simplesmente Basset (lê-se: Bassê) é uma raça de cães de patas curtas e grossas e baixa estatura, criada para caçar pelo faro. Surgiu por volta de 1800 através do cruzamento entre o Bloodhound e o Beagle, adquirindo assim as características da raça como pêlo solto e coloração. Seu faro é muito potente, perdendo apenas para o do Bloodhound. O nome basset vem da palavra francesa "bas" que significa "baixo" ou "anão".

    Aparência

    Estes cães tem entre 33 a 38 cm de altura e seu peso fica em torno de 20Kg e 30Kg. Têm pelo liso e curto. Embora qualquer cor seja considerada aceitável para os padrões da raça, os Bassets são geralmente tricolores (preto, marrom e branco) ou bicolores (branco e marrom ou preto e branco)

    Uma de suas características principais são as longas orelhas e o pescoço forte, com muitas dobras.

    Temperamento

    O Basset Hound é uma raça muito calma e companheira. São extremamente leais, sensíveis e carinhosos. Perto de desconhecidos, são bastante amigáveis e sempre dispostos a fazer novas amizades. Por isso são muito indicados como animais de estimação para famílias com crianças ou que já tenham outros animais de estimação.

    Por viver tão bem em grupo, é recomendável que um basset tenha a companhia de um outro animal de estimação, caso fique muito tempo sem a presença de seus donos. Essa companhia pode ajudar a manter o Basset longe de maiores "encrencas". Resumindo, eles odeiam ficar sozinhos.

    Como são muito comilões e menos agitados que a maioria das raças, eles sempre estão dispostos a realizar exercícios, como caminhadas ou brincadeiras com seus donos. Gostam muito tambem de atividades onde possam exercitar o seu poderoso faro.

    Como os outros Hounds, os Bassets são muito difíceis de serem adestrados. Normalmente obedecerão aos comandos sempre que houver uma recompensa, mas "esquecerão" os comandos assim que a recompensa não estiver mais disponível.

    A raça tem um instinto muito forte da caça e iniciará um perseguição a pássaros, aves, ciclistas ou mesmo a um cheiro, sempre que for possível. Por isso é recomendável sempre deixá-los presos a uma coleira quando passeando na rua.

    Os Bassets latem quando querem algo ou querem sugerir que não gostam de algo. Usam também uma lamentação baixa, quase um murmúrio, para chamar a atenção, o que soa a muitos proprietários como se seus Bassets “estivessem falando.”

    texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Basset_Hound

    imagens: http://www.longerlower.com/Basset.GIF 

    http://www.e-cidadania.net/caodella/basset.gif

     



    Escrito por artebrasilis às 16h10
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    EXPOSIÇÃO: LATITUDE 90º

    Latitude 90 graus

    Latitude 90º
    Luís Indriunas

    Exposição Latitude 90º

    "Começou no dia 5 de março, quinta, e vai até 3 de agosto no Sesc Pompéia a exposição Latitude 90º. Usando parte do pavilhão de exposição do centro cultural e esportivo paulistano, a exposição é um painel ao mesmo tempo histórico e atual sobre as atividades humanas e pesquisa no Ártico e na Antártica. O evento faz parte do calendário do 5º Ano Polar.

    Além da exposição, a programação conta com debates, palestras, bate-papos, oficinas e intervenções artísticas relacionadas ao tema.
    Entre as atrações interativas da exposição, está uma grande mapa terrestre que, com uma manivela, é possível entender um pouco melhor como se formaram os continentes da Terra. Da Pangéa aos dias de hoje. Ah, os computadores com quizes do ComoTudoFunciona estão lá também.

    Mapa interativo
    Luís Indriunas
    O mapa interativo mostra a formação da Terra

    A exposição mostra a cronologia dos aventureiros que se arriscaram pelo mundo gelado da Antártica. Lá também é possível ver miniaturas dos barcos usados nas expedições e viagens de cientistas brasileiros, principalmente, para a estação Comandante Ferraz. Roupas usadas, objetos de navegação também estão lá. Para os interessados em se aprofundar é possível conhecer todas as diferenças entre o Ártico e Antártica, da fauna à formação geológica.

    Roupa polar
    Luís Indriunas
    Uma das roupas usadas pelos brasileiros na Antártica

    O Sesc Pompéia fica na rua Clélia quase esquina com a avenida Pompéia - São Paulo, capital. A exposição acontece das 10h às 22h de terça a domingo. Entrada Franca".

    fonte texto acima: http://ciencia.hsw.uol.com.br/ano-polar.htm

     

    A seguir...

    montagem com algumas imagens da exposição LATITUDE 90º,

    registradas em 25/06/08

    (especial para o blog Arte Brasilis)

    Painel: Pinguim-Imperador em tamanho real (mais de 1 m de altura)

     

     

    Amyr Klink (São Paulo, 25 de setembro de 1955) é um empreendedor de expedições marítimas e escritor brasileiro.

    Ficou conhecido pelas suas expedições marítimas, que empreende geralmente de forma solitária. O primeiro feito a ser amplamente divulgado ocorreu entre 10 de junho e 19 de setembro de 1984, quando realizou a travessia, num barco a remo, do oceano Atlântico. Foi um percurso de sete mil quilômetros entre Luderitz, na Namíbia (África) e Salvador, na Bahia, percorrido sozinho.

    Em dezembro de 1989, viajou rumo à Antártica, em um veleiro especialmente construído para a expedição, o Paraty. Permaneceu sozinho por um ano na região, sendo que por sete meses, seu barco ficou preso no gelo da Baía de Dorian. Da Antártica, rumou em direção ao Pólo Norte e retornou ao ponto de partida, a cidade de Paraty, em outubro de 1991.

    A partir de então passou a planejar uma viagem de circunavegação da Terra.

    Mora em Paraty, onde mantém uma escola de navegação para jovens carentes. Além de escrever livros, faz palestras sobre planejamento e empreendedorismo no meio empresarial. É formado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduado em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie. Atualmente é diretor da Amyr Klink Planejamento e Pesquisa Ltda. e da Amyr Klink Projetos Especiais Ltda. É sócio-fundador do Museu Nacional do Mar, localizado em São Francisco do Sul (SC), e da Revista Horizonte Geográfico.

    Em 23 de março de 2007, foi entrevistado por Ruy Altenfelder no programa Diálogo Nacional (número 460) e falou sobre empreendedorismo, espírito estratégico, vocação pela navegação e disse que acredita que o Brasil poderia desenvolver muito mais o turismo, mas trata as embarcações estrangeiras de forma muito ruim e desrespeitosa.(fonte wikipédia)

    veja mais em: http://www.amyrklink.com.br

     


     

    1'24'' - trecho:

    "... Hoje entendo bem meu pai. Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver".



    ("Mar sem fim"- Amyr Klink)  


    Escrito por artebrasilis às 13h44
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    BRASIL, BRASIS

     


    Extraído do DVD Ana e Jorge ao vivo

    faixa Brasis interpretada por Seu Jorge


     

    BRASIS

    Tem um Brasil que é próspero
    Outro não muda
    Um Brasil que investe
    Outro que suga
    Um de sunga
    Outro de gravata
    Tem um que faz amor
    E tem o outro que mata

    Brasil do ouro, Brasil da prata
    Brasil do balacochê da mulata

    Tem um Brasil que é lindo
    Outro que fede
    O Brasil que dá é igualzinho ao que pede
    Pede paz, saúde, trabalho e dinheiro
    Pede pelas crianças do país inteiro
    lararará

    Tem um Brasil que soca
    Outro que apanha
    Um Brasil que saca
    Outro que chuta
    Perde, ganha
    Sobe, desce
    Vai à luta bate bola
    Porém não vai à escola

    Brasil de cobre, Brasil de lata
    É negro, é branco, é nissei
    É verde, é índio peladão
    É mameluco, é cafuso, é confusão
    É negro, é branco, é nissei
    É verde, é índio peladão
    É mameluco, é cafuso, é confusão

    Oh pindorama eu quero seu porto seguro
    Suas palmeiras, suas feiras, seu café
    Suas riquezas, praias, cachoeiras
    Quero ver o seu povo de cabeça em pé



    Escrito por artebrasilis às 20h43
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    Escrito por artebrasilis às 19h44
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    "CONFESSO QUE VIVI"

     

     

    Maturidade

    Boa parte da nossa vida está relacionada ao processo de amadurecer, que pode ir dos 35 aos 60 anos ou mais. Como podemos tirar o melhor proveito disso hoje?

    por Liane Alves

    ( texto integral em: http://vidasimples.abril.com.br/subhomes/grandestemas/grandestemas_256685.shtml )

    Jovens maduros 
     
     
    << Quando se fala de envelhecer, de chegar à maturidade e continuar a aproveitar tudo a que temos direito, nossos irmãozinhos chineses têm muito a dizer. “Na China, quem está na faixa dos 50 anos, por exemplo, é considerado um ‘jovem maduro’. Para a cultura tradicional chinesa, um homem ou uma mulher nessa idade está no auge de tudo o que ele é”, afirma Roque Enrique Severino, professor de tai chi há 35 anos e presidente da Sociedade Brasileira de Cultura Oriental. De acordo com esse pensamento, o processo do envelhecimento mais radical só se implantaria bem depois dos 60, mas esse limite também pode variar. “Mesmo quando a pessoa chega aos 80 anos, e, portanto, à velhice, na China se diz que ela está na idade ideal para começar a apreciar verdadeiramente a vida”, diz Roque.

    Serão os chineses uns otimistas desenfreados? Uns malucos fora da realidade? Provavelmente não. A empolgação excessiva nunca foi uma característica do povo chinês. Mas, para entender essas afirmações sem considerá-las um exagero, deve-se entender o ponto de vista a partir do qual elas são feitas.

    Os chineses conectados com a medicina tradicional do seu país conhecem a energia vital que percorre o corpo como os marinheiros conhecem as ondas do mar. Sabem de seus altos e baixos, fluxos e refluxos, excessos e faltas, inclusive considerando os parâmetros ideais para cada fase da vida. Entendem que todo o longo processo da maturidade, que para eles leva de 30 a 40 anos, pode ser vivido com vigor e energia. E para que a vitalidade flua pelo corpo da maneira mais harmônica possível, dispõem de um arsenal de terapias, técnicas, exercícios, massagens, dietas, tratamentos e também meditações, pois mente, espírito e corpo são uma coisa só, garantem eles. Muito sábio. Com a vitalidade em alta, o amadurecer se faz lentamente, sem doenças e limites físicos restritos. Por isso, os chineses a conservam o maior tempo possível, até em idades bem avançadas. Ser um jovem maduro aos 50 anos, ou bem mais, significa que a energia vital ainda corre pelos meridianos com o vigor da juventude num organismo que começa a amadurecer e a declinar. Deixar a mente límpida e o corpo envelhecer sem que ele perca o viço, a seiva e a flexibilidade é o ideal chinês.

     

    Arte da compensação

    Estar bem dentro do corpo e cuidar da serenidade da mente é um aprendizado que exige sensibilidade, percepção e dedicação. Isto é, o que antes, durante a juventude, vinha de graça e sem esforço, agora deve ser batalhado. “A realidade irreversível é que estamos vivendo por mais tempo e o modo como enfrentamos essa maior longevidade faz uma diferença monumental para todos nós”, diz Jean Carper, autor de Pare de Envelhecer Agora. “E, quando agimos para retardar nosso próprio envelhecimento, participamos de uma maravilhosa revolução na medicina que enfatiza a prevenção em vez do tratamento”, afirma ele. Pois envelhecer bem é a arte da compensação: o que se perde é reposto conscientemente, seja com tai chi, seja com meditação, ioga ou uma moderna dieta que impede a formação de radicais livres com alimentos e vitaminas. A boa informação e a prática constante são essenciais para quem quer amadurecer de maneira saudável.

    Os resultados desses métodos, terapias e técnicas podem se tornar visíveis em pouco tempo. “Um dos indicadores mais fáceis para avaliar a vitalidade de alguém é o brilho dos olhos”, diz o professor Roque Severino. Se você tiver 50, 60 ou 70 anos e tiver essa luz interna, essa faísca que demonstra o vigor do espírito, é sinal de que o inverno da velhice ainda não se manifestou e que ainda pode estar bem longe, pelo menos segundo a avaliação chinesa. “Podemos ver uma pessoa idosa recuperar instantaneamente essa centelha por alguns momentos ao falar de um acontecimento do passado que tenha despertado seu entusiasmo e alegria. É como se essa luz estivesse sempre ali, mas não fosse mais acessada”, diz a terapeuta Maria Luiza de Aquino, que ensina ioga tibetana para a recuperação da vitalidade perdida. “O mais desejável é que esse brilho e o amor pela vida nasçam novamente com base no momento presente, e que não fiquem perdidos só nas lembranças do que passou”, diz ela. Como? É o que a gente vai ver logo a seguir.

    A volta do encantamento

    Leia com atenção as próximas frases: “A vida é boa acima de tudo; é boa por si mesma; o raciocínio nada conta para isso. Não se é feliz por viagem, riqueza, sucesso, prazer. É-se feliz porque se é feliz. Como o morango tem gosto de morango, assim a vida tem gosto de felicidade. O sol é bom, a chuva é boa; todo ruído é música. Ver, ouvir, cheirar, saborear, tocar não é mais do que uma sucessão de felicidades”. Antes que você ache que o pensador Alain, pseudônimo do francês Émile-Auguste Chartier (1868-1951), seja outro otimista desenfreado, vamos seguir mais profundamente seu pensamento. “Mesmo as dores, o cansaço, tudo isso tem um sabor de vida. Existir é bom, não melhor do que outra coisa, pois existir é tudo, e não existir é nada.” Bem, talvez seja essa a grande chave do mais completo e apaixonado amor pela existência: ama-se tudo nela, da tristeza à angústia, da manhã radiosa ao começo de uma paixão, da lágrima e do peito doído à arte. É uma aceitação incondicional.

    O mitólogo Joseph Campbell acrescentaria: “Diga ‘sim!’ à totalidade da vida, tanto ao prazer quanto à dor. Mergulhe com alegria nos sofrimentos do mundo. O imenso privilégio da existência é ser exatamente quem você é”. A mudança extraordinária que pode acontecer internamente com base nessa diferente forma de apreciação pela existência em si pode trazer de volta um encantamento que talvez tenha se perdido. “Felicidade ou amargor? Será preciso sempre escolher? Pode-se fazê-lo? Parece-me que, antes, cumpre aprender a amar os dois”, escreveu o filósofo francês André Comte-Sponville no livro Bom Dia, Angústia. “A dor e a angústia fazem parte do real (...). A sabedoria está na aceitação do real, não na sua negação. O que de mais natural, quando se sente dor, do que gritar? O que mais sábio, quando se está angustiado, do que aceitá-lo? ‘Enquanto fazes uma diferença entre o samsara e o nirvana, estás no samsara’, dizia Nargarjuna. Enquanto você faz uma diferença entre sua pobre vida e a redenção, está na sua pobre vida”, continua Sponville.

    E há outra questão: sempre sabemos que vamos morrer. Com essa consciência nítida, torna-se natural reconhecer a preciosidade de cada instante. Mesmo o prazer é ressaltado por sua fugacidade, por sua raridade e lampejo. Também a dor, a angústia ou a tristeza trazem em si sua nobre singularidade. Difícil? Talvez esse seja mais um dos presentes da maturidade: é possível experimentar sempre, principalmente o que não se vivenciou antes, o que se deixou para trás, o que nunca passou pela cabeça. O que realmente temos a perder, afinal?

    Jair Engracia, 64 anos, funcionário do Banco do Brasil, experimentou esse amor pela singularidade da vida de uma forma muito especial. “A maior dor do envelhecimento é vermos que temos menos possibilidades. A quantidade, em tudo e por tudo, diminui. E isso dói”, diz ele. Mesmo assim, é possível saborear essa dor. Ela indica que a direção da vida, nesse momento, se dirige à qualidade, à contemplação e à fruição da existência, mais do que à quantidade, ao fazer e ao ter. E, quando se percebe isso, o sofrimento é mais fácil de ser integrado ­ e até saboreado. O envelhecer nos segreda a cada momento que sempre podemos ter a possibilidade de viver novas experiências, para render homenagem à própria vida. Há melhor epitáfio que o título da biografia de Pablo Neruda? Ele resumiu toda sua história numa única e invejável frase: Confesso que Vivi.>>



    Escrito por artebrasilis às 18h52
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    O REINO DAS ÁGUAS CLARAS

    Jorge Vercilo

    [Sítio do Picapau Amarelo - versão 2001]

    "O Reino das Águas Claras"

     

    link relacionado: http://artebrasilis2.blog.terra.com.br/morre_visconde_de_sabugosa_o_heroi_sabio

     



    Escrito por artebrasilis às 22h02
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