Edição de imagens com a música ~ Intuição ~ Oswaldo Montenegro
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Intuição Oswaldo Montenegro
Composição: Ulysses Guimarães
Canta uma canção bonita Falando da vida em ré maior Canta uma canção daquela De filosofia É mundo bem melhor...
Canta uma canção que agüente Essa paulada e a gente Bate o pé no chão Canta uma canção daquela Pula da janela Bate o pé no chão...
Sem o compromisso estreito De falar perfeito Coerente ou não Sem o verso estilizado O verso emocionado Bate o pé no chão...
Canta o que não silencia É onde principia a intuição E nasce uma canção rimada Da voz arrancada Ao nosso coração...
Como, sem licença o sol Rompe a barra da noite Sem pedir perdão Hoje quem não cantaria Grita a poesia E bate o pé no chão...
Canta uma canção bonita Falando da vida em ré maior Canta uma canção daquela De filosofia É mundo bem melhor...
Canta uma canção que agüente Essa paulada e a gente Bate o pé no chão Canta uma canção daquela Pula da janela Bate o pé no chão...
Sem o compromisso estreito De falar perfeito Coerente ou não Sem o verso estilizado O verso emocionado Bate o pé no chão...
Canta o que não silencia É onde principia a intuição E nasce uma canção rimada Da voz arrancada Ao nosso coração...
Como, sem licença o sol Rompe a barra da noite Sem pedir perdão Hoje quem não cantaria Grita a poesia E bate o pé no chão E hoje quem não cantaria Grita a poesia E bate o pé no chão...
Sem o compromisso estreito De falar perfeito Bate o pé no chão Sem o verso estilizado O verso emocionado Bate o pé no chão...
Canta uma canção bonita Falando da vida em ré maior Canta uma canção daquela De filosofia Do mundo bem melhor Canta uma canção que agüente Essa paulada e a gente Bate o pé no chão...
E hoje quem não cantaria Grita a poesia E bate o pé no chão..
Terça, 22 de abril de 2008, 21h20 Atualizada às 21h33
SP: bombeiros recebem chamados de tremor de terra
Moradores relataram ter sentido um tremor de terra na cidade de São Paulo, na noite de hoje. O Corpo de Bombeiros confirmou que recebeu ligações de moradores reclamando do tremor, mas não há registro de ocorrências. O abalo também foi sentido na ABC Paulista e no litoral norte do Estado.
De acordo com a Globonews, o centro sismológico da Universidade de Brasília ainda não tem registro sobre o abalo. Os especialistas da universidade acreditam que o tremor pode ter ocorrido em outro país e ter sido sentido em São Paulo.
A internauta Celina Rempel disse que estava na região de Interlagos quando sentiu um tremor de aproximadamente 5 segundos. Isabel Moreno, moradora de Higienópolis, também sentiu o abalo. "O tremor foi sentido por vários moradores do Condomínio Edifício Firenze e prédios vizinhos. Em algumas casas objetos chegaram a cair, bem como quadros que estavam nas paredes, e as vidraças e copos nas cristaleiras chegaram a tilintar".
A Defesa Civil informou que não tem informações sobre o tremor e tenta entrar em contato com a Universidade de São Paulo.
Atualizada às 21h44
UnB: tremor de 5.2 graus é sentido em São Paulo
O observatório sismológico da Universidade de Brasília (UnB) registrou um tremor de terra de 5.2 graus na escala richter com epicentro a 270 km a sudeste da cidade de São Paulo, por volta das 21h.
OS CÃES LATEM QUANDO PRESSENTEM UM TREMOR DE TERRA ? SIM. CONFORME A NOTA ACIMA, O ABALO SÍSMICO DA NOITE DE HOJE, POR VOLTA DAS 21 HORAS EM SP, AGITOU ANTERIORMENTE OS CÃES DAQUI DE CASA...(E, ESTRANHAMENTE, A MATÉRIA ABAIXO FOI VISITADA ANTES DO OCORRIDO, QUANDO POSTAVA-SE "A ARTE DO ELEFANTE" ÀS 19h58 ! )...O QUE EXPLICA ESTA SINCRONICIDADE ?...??????????
Todas as histórias extraordinárias sobre o comportamento estranho dos animais antes e durante o terremoto e o Tsunami têm levantado novas questões. Será que existe um “sexto sentido” animal?
Muitos cientistas não acreditam neste fato. Apesar de durante séculos o mundo inteiro haver relatado o comportamento anormal dos animais antes dos terremotos ou dos desastres naturais - ratos escapando de prédios, pássaros voando e cachorros latindo durante a noite – os pesquisadores se recusam a acreditar neste fenômeno. Os sismólogos, por exemplo, rejeitam a idéia da sensibilidade animal diante dos fenômenos naturais como os terremotos. A maioria deles argumenta que a evidência chega a ser uma piada.
No entanto, existem cientistas que admitem a possibilidade dos animais possuírem capacidades sensoriais avançadas que os humanos não têm. Alguns procuram explicações relacionando os sentidos apurados dos animais com estímulos sensoriais microscópicos e invisíveis. Os especialistas explicam que os animais com sentidos altamente desenvolvidos (visão, audição e olfato) reagem mais às mudanças no ambiente do que os humanos.
As pesquisas mostram que muitos peixes são sensíveis a vibrações de baixa freqüência e podem detectar o menor tremor. Outros animais são igualmente sensíveis – os elefantes parecem ser capazes de detectar vibrações infra-som na Terra com suas patas. Será que os elefantes que fugiram para as Colinas de Khaolak sentiram os tremores causados pelo terremoto submarino perto de Sumatra?
Um caso de sentido animal aconteceu no ano passado nas águas do litoral da Florida, nos Estados Unidos. 14 tubarões galha-preta, eletronicamente marcados, foram observados saindo do seu território em Sarasota – fato inédito durante os quatro anos de monitoramento – aproximadamente 12 horas antes de o furacão Charley atacar a região. Eles se mantiveram afastados da área por mais duas semanas, antes de voltarem aos seus hábitats. Será que estes peixes sentiram a chegada do furacão? Os fatos apontam para uma resposta afirmativa.
No entanto, os críticos não estão convencidos de que este sexto sentido animal sirva de sistema de alerta para os humanos. Eles argumentam que seria muito difícil convencer as pessoas de que a segurança delas depende deste sistema. É improvável que o público em geral leve a sério uma alerta de evacuação se as autoridades dissessem: “Todos os elefantes no Zoológico de San Diego estão fazendo barulho com as trombas e fugindo para as colinas”.
Tsunami: O Instinto Animal diante do Perigo
Outras Fugas de Animais
O historiador grego Diodorus registrou um êxodo de animais dois dias antes do terremoto que destruiu a cidade grega de Helice, em 383 d.C. Testemunhas relataram uma evacuação massiva de ratos, cobras, doninhas, milípedes e minhocas da cidade.
No grande terremoto de Lisboa em 1755, o filósofo alemão Immanuel Kant observou que uma multidão de minhocas foi vista sair do subsolo perto de Cadiz, ao Sul da Espanha, oito dias antes do desastre atingir a cidade portuguesa.
Em 25 de junho de 1966, os moradores da cidade de Parkfield, na Califórnia, Estados Unidos, foram invadidos por cobras cascavéis. Eles não entendiam por que os répteis fugiram das colinas. A resposta chegou dois dias depois quando a área foi atingida por um terremoto.
Na noite anterior ao terremoto de Sylmar, em 9 de fevereiro de 1971, diversas patrulhas policiais descreveram haver visto um grande número de ratos correndo pelas ruas de San Fernando, na Califórnia, Estados Unidos. A polícia também recebeu numerosas reclamações de cachorros latindo e uivando durante várias horas antes que o terremoto acontecesse às 6h01min.
Em 28 de fevereiro de 2001, um grupo numeroso de gatos se escondeu sem motivo aparente 12 horas antes de um terremoto – que chegou a 6.8 na escala Richter – atingir a área de Seattle. Uma ou duas horas antes, outros animais se comportaram de forma ansiosa ou “enlouquecida”, enquanto alguns cães latiram desesperados antes do terremoto chegar. Até mesmo cabritos e outros animais demonstraram sinais de temor.
Em 22 de fevereiro de 1999, pequenos antílopes fugiram da região montanhosa austríaca do Tyrol para os vales, algo que eles não costumavam fazer. No dia seguinte, uma avalanche devastou a vila austríaca de Galtur no Tyrol, matando dezenas de pessoas.
Durante a Segunda Guerra Mundial, muitas famílias na Grã Bretanha e Alemanha se preveniam dos ataques aéreos observando o comportamento dos seus animais de estimação. Estes sinais de alerta aconteciam quando os aviões inimigos ainda estavam a centenas de quilômetros de distância, muito antes que os animais pudessem ouvi-los. Em Londres, alguns cães podiam até prever a explosão dos foguetes alemães V-2. Estes mísseis eram supersônicos e não podiam ser escutados com antecedência.
Tsunami: O Instinto Animal diante do Perigo
Histórias de Tsunamis: Contos de Animais
Em Khaolak, a 80 quilômetros ao norte de Phuket, na orla marítima de Andaman, na Tailândia, uma dúzia de elefantes que passeava turistas ficou agitada e começou a fazer sons com as trombas horas antes da chegada do tsunami. Este fato aconteceu aproximadamente na mesma hora em que o terremoto submarino ocorreu fora da linha costeira de Sumatra. Momentos antes de o tsunami atacar, os elefantes fugiram para terras mais altas – alguns escaparam dos seus grilhões – levando com eles quatro turistas japoneses. Um oficial do Parque Nacional de Khaolak (Khaolak National Park) comentou que nenhum animal foi encontrado morto no local – eles tinham fugido para as colinas, ele acredita que os animais do parque ou das proximidades não morreram vítimas do tsunami.
Da mesma forma, na região sudeste do Sri Lanka, no Parque Nacional Yala (Yala National Park), funcionários do local narraram que os animais – tigres, elefantes, búfalos, macacos, entre outros - tinham escapado ilesos, mesmo com o tsunami atingindo a costa ao redor do parque.
No litoral, ao sul da Índia, no santuário Point Calimere (Point Calimere sanctuary), grupos de flamingos, que deveriam estar procriando naquela época do ano, fugiram para florestas mais seguras.
Pescadores afetados pelo tsunami da área de Kuala Muda, na Malásia, relataram grandes números de golfinhos nadando muito perto da orla – alguns a 200 m – dois dias antes do tsunami. Os mamíferos marinhos estavam pulando para fora da água, movendo suas caudas, tentando chamar a atenção dos pescadores.
Um fato muito interessante foi contado pelos mesmos pescadores. Eles disseram que três dias antes da chegada do tsunami capturaram vinte vezes a quantidade a que costumavam pescar. É possível que os peixes estivessem se afastando do epicentro do terremoto submarino que se aproximava e que geraria o tsunami.
No entanto, nem todos os animais escaparam ilesos. Grandes tartarugas foram encontradas mortas entre os entulhos da província de Aceh, ao longo da devastada costa da Indonésia.
O VÍDEO ACIMA APRESENTA UM ELEFANTE QUE PINTA SEU AUTO-RETRATO !
SAIBA MAIS...
MEMÓRIA DE ELEFANTE
É bem provável que muita gente nunca tenha ouvido qualquer comentário a respeito da memória do elefante, embora ela motive uma expressão usada normalmente como sinônimo para o ser humano que tem a faculdade de conservar e reproduzir idéias ou noções adquiridas. Ninguém sabe dizer com exatidão como e quando essa frase-feita surgiu, embora não seja difícil descobrir o por quê: a capacidade que têm esses animais de grande porte, os maiores atualmente existentes, em receber e guardar informações. O elefante lembra de tudo o que aprende, e por isso constitui uma das principais atrações dos circos. Sabe-se, por exemplo, que os originários da Índia, quando devidamente adestrados, não só reconhecem como também obedecem a mais de cem comandos.que lhes são ensinados pelos treinadores numa língua específica para esse fim, provavelmente derivada de um idioma antigo, anterior ao hindu. (...)
Conta-se que um alfaiate indiano enfiou uma agulha na tromba de um elefante e, anos mais tarde, quando o animal reencontrou o alfaiate, encheu a tromba d'água e despejou sobre o homem, prova de sua boa memória. Na realidade, pouco foi estudado sobre a memória desses animais, mas cientistas da Universidade de Sussex, na Inglaterra, estudaram fêmeas de manadas, testando sons gravados de mais de cem indivíduos do mesmo grupo, do Parque Nacional Amboseli, no Quênia, sendo que alguns já estavam separados há anos. Os animais testados reconheceram os sons apresentados, apontando não apenas para uma boa memória mas para a importância dela para a organização social e até para auxiliar na conservação desses animais.
PERGUNTA O DITO POPULAR...MAIS VALE UM CACHORRO AMIGO OU UM AMIGO CACHORRO ?
TROCADILHOS À PARTE, RECEBI IMAGENS QUE COMPROVAM A LEALDADE CANINA, DE UMA FORMA TRÁGICA, MAS EXPLÍCITA.
PARA REFLEXÃO...
Um cão foi visto no meio de uma avenida com muito trânsito cuidando de outro, atropelado por um carro. Usando a pata, tentava "acordar" seu amigo que estava morto.
E quando alguma pessoa tentava ajudar, rosnava. Apesar do tráfego pesado, o cachorro não saiu de lá...
O recorde de público na edição 2007 surpreendeu até os promotores, que ampliaram consideravelmente a estrutura de atendimento, e mesmo assim não foi suficiente, o que exigiu um esforço extra para que a satisfação fosse mantida.
A quantidade de visitantes de outros estados e do exterior aumentou significativamente, demonstrando que a feira alcançou o seu objetivo de ser o ponto de encontro anual do setor.
O que marca a força da REATECH são as novas tecnologias, novos equipamentos e serviços, fornecedores do Brasil e do exterior em busca de parceiros, personalidades importantes do mundo das pessoas com deficiência, órgãos públicos, entidades, empresas privadas, empregos e muito entretenimento. Um evento adulto que oferece aos visitantes todas as soluções e aos expositores grandes oportunidades.
Perfil dos Visitantes
Pessoas com deficiência físicas, mentais, visuais, auditivas e múltiplas, seus familiares e profissionais do setor como :
. Advogados . Arquitetos . Assistentes Sociais . Diretores de clínicas e Hospitais . Diretores de Instituições Educacionais . Empresários . Engenheiros . Enfermeiros . Estudantes de Medicina . Equoterapeutas . Fisiatras . Fisioterapeutas
. Fonoaudiólogos . Médicos . Ortopedistas . Pedagogos . Pessoas com Deficiência e Familiares . Psicólogo . Psicopedagogo . Profissionais de Recursos humanos . Profissionais de Educação Física . Terapeutas Ocupacionais . Traumatologistas
DEPOIMENTOS DOS EXPOSITORES
"A feira mobiliza a população, que nela tem acesso a vários serviços do governo. É o 4º ano que estamos com estande neste evento, e nossa participação tem se ampliado cada vez mais" Izabel Maior, da Corde (Governo Federal)
"A feira foi ótima e a receptividade em relação aos nossos carros, excelente. A participação da GM no evento reforçou a visibilidade da nossa marca no setor". Kleber Cruz, da General Motors (Chevrolet)
"O evento foi muito bom, fizemos bons contatos. Entre outras coisas, conseguimos fechar acordo para montarmos cinco novas revendas" Mauro de Oliveira, da Guidosimplex
"O público gostou mais deste evento... pudemos investir mais, pois o valor para o expositor é melhor que em outros eventos, e vendemos o dobro do que em relação ao ano anterior. Estou muitíssimo satisfeito. Nota 10" Rodrigo Motta, da Soldagás/Invacare
"A Reatech sempre é muito boa para nós, pois divulgamos nossos produtos e nossa marca" Luis Fernando, Vanzetti
"A Reatech sempre é uma feira surpreendente... gera surpresas nos negócios e no público, tanto os usuários quanto profissionais" Maria José Scolaro, da Expansão
"Este ano foi o melhor de todos !!! Fizemos muitos contatos e muitos negócios" Névia Bernardes, da Nevia Despachante
"Um evento surpreendente comparado às outras edições... com um público diferente e focado em negócios. Tive inclusive contato com pessoas de fora do país" Aparecido Pereira, da Basic Elevadores
"Participar da Reatech foi uma importante oportunidade para às mais de 33.000 pessoas que a visitaram, a grande relevância de incluir pessoas com todos os tipos de deficiência no mercado de trabalho" João Ribas, da SERASA
"Uma das coisas que a gente constata é o pessoal diferente, não só de pessoas com deficiência e entidades, mas de outros públicos. É uma feira cada vez mais popular e cada vez melhor em qualidade" Marcos Gonçalves, da Avape
"Para nós é uma ótima oportunidade de trabalharmos a marca, que a cada ano se consolida e melhora sua posição no mercado" Lucas Santana, da Auto-Escola Javarotti
"O destaque da Fiat na Reatech foi a linha de transporte, com a Dobló e a Ducatto" Paulo de Lucca, da Fiat
"Uma feira excelente... Houve um aumento importante do público e ela se sedimenta como um evento do setor, e a cada ano evolui, atraindo novos empreendedores" Mônica Cavenaghi, da Cavenaghi
"Um evento muito bom, que nos coloca em contato direto com um público muito importante para nós, não só pelas vendas, mas pela compreensão do mercado" Mário Boraggina, da Renault
"Por ser nossa primeira participação, a Reatech foi muito boa. Coincidiu com o lançamento de um produto novo e nos permitiu ajustarmos a empresa às expectativas deste mercado" Silvia Simon, da Peugeot
"Em função do Corolla Fest, a presença de público foi mais qualificada e mais disposta a realizar negócios. Montamos uma estrutura completa para o público, que respondeu bem. A Reatech foi boa, mas ainda pode melhorar muito mais" Ricardo Ribeiro, da Toyota
DEPOIMENTOS DOS VISITANTES
"A Reatech se configurou como o maior ponto de encontro para discussão dos temas do setor" Laís Ribeiro, advogada
"Para mim o evento sempre foi e será grande... A Reatech cresce e amadurece a cada ano" Suely Carvalho de Sá Yanes, terapeuta ocupacional
"Vim ao evento em busca de uma oportunidade de trabalho... e são muitas oferecidas na feira" Ludmila Pellegrina, visitante com paralisia cerebral
"Está melhor do que o ano passado. Tem mais novidades" Ana Paula de Souza Dias, visitante com paralisia cerebral
"O público cresceu muito... está muito bonita" Adilson Afonso, visitante paraplégico
"A feira está crescendo muito e as pessoas aparecendo mais. Compramos uma cadeira com adaptação aqui no evento" Marcos e Deisi Gomes, pais de dois filhos com paralisia cerebral
"Houve poucas opções em próteses, mas a feira é fantástica. Foi a primeira vez que vim" Sílvio Podadeiro, visitante amputado
"Gostei muito dos carros" Eduardo Montang, visitante com paralisia cerebral
"A feira fica melhor a cada ano... espero e torço para que melhore cada vez mais" Waldemir José, tetraplégico e vice-prefeito de Aparecida do Norte/SP
"Gostamos das tecnologias mais acessíveis e do aumento entre os expositores. O futuro está presente hoje, aqui na Reatech" Solange e Reginaldo Magri, pais de Enzo, criança com paralisia cerebral
"A Reatech é importante para divulgar as possibilidades de prática esportiva entre as pessoas com deficiência. O automobilismo, por exemplo, é uma que poucos sabiam ser possível " Paulo Polido, piloto automobilístico com deficiência